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Convocado em 1998 orienta Brasil sobre como marcar Haaland

Ex-zagueiro alerta que a falta de sobra entre zagueiros pode deixar Haaland livre; defesa precisa de cobertura coletiva e chegar primeiro à bola

Brasil x Noruega pela Copa do Mundo de 1998
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  • A seleção brasileira enfrenta a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, buscando neutralizar o atacante Erling Haaland.
  • Gonçalves, ex-zagueiro que atuou contra a Noruega em 1998, alertou para a falta de sobra entre os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães, o que pode ser arriscado contra Haaland.
  • Ele destacou que Haaland combina altura, força e velocidade, exigindo cobertura constante e espaço entre a dupla de zaga para evitar infiltrações.
  • O ex-jogador comparou Haaland a Mbappé e ressaltou que o futebol moderno demanda marcação coletiva e cuidadosa, principalmente em jogos com adversários mais fortes.
  • A experiência de Gabriel Magalhães, que enfrentou Haaland na Premier League, pode ajudar, mas a marcação precisa ser de toda a defesa, buscando chegar primeiro à bola.

A Seleção Brasileira se prepara para enfrentar a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, com foco em neutralizar o atacante Erling Haaland. Conselhos do ex-zagueiro Gonçalves chegam ao staff técnico para orientar a defesa, especialmente a dupla de zaga formada por Marquinhos e Gabriel Magalhães.

Gonçalves participou do grupo em 1998, quando o Brasil enfrentou os suecos no torneio mundial. Ele alerta que a sobra entre os zagueiros é fundamental para conter Haaland, que alia força, velocidade e presença física. A recomendação é manter cobertura constante e evitar falhas na linha defensiva.

Dinâmica atual do ataque e comparação com 1998

O ex-jogador explica que o futebol de hoje exige marcação contínua e leitura rápida de jogo. Ele compara Haaland a atacantes modernos que exploram espaços entre as linhas, como Mbappé, destacando a necessidade de apoio entre os defensores.

Ao lembrar a derrota da Noruega para a França em 1998, Gonçalves ressalta que a organização defensiva atual representa desafio maior pela evolução técnica do rival. O comandante aponta que o time de então era forte no jogo aéreo, mas hoje a Noruega apresenta qualidades ofensivas adicionais.

Experiência de Magalhães e abordagem coletiva

Gonçalves destaca que a experiência de Gabriel Magalhães, que já enfrentou Haaland na Premier League, pode ajudar. No entanto, reforça que a marcação deve ser coletiva e estratégica, sem depender apenas de um duelo direto.

A orientação é manter a sobra entre os zagueiros e buscar velocidade de chegada à bola antes do atacante. A ideia é evitar o contato direto e explorar o tempo de reação para neutralizar a força física de Haaland.

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