- John Textor afirmou estar preocupado com o futuro do Botafogo após perder influência na SAF e descreveu o período como delicado.
- A indefinição nos bastidores pode impactar o planejamento esportivo e as decisões sobre o elenco após a pausa para a Copa do Mundo.
- O empresário teme que jogadores importantes desejem sair diante da turbulência e das mudanças no projeto.
- Textor disse ter deixado de participar diretamente da condução da SAF, o que pode afetar a cultura construída nos últimos anos.
- Ele pediu reaproximação entre as partes para encerrar o conflito, afirmando que a situação poderia ser resolvida se a liderança do clube social deixasse de lado egos e reconhecesse as conquistas em conjunto.
John Textor comentou o momento vivido pelo Botafogo e manifestou preocupação com o futuro do clube após perder poderes na SAF. O empresário aponta um período delicado por decisões sobre o elenco após a pausa da Copa do Mundo.
Ele afirmou que a indefinição nos bastidores pode impactar o planejamento esportivo e a permanência de atletas de destaque. Citou a possibilidade de alguns jogadores buscarem saída diante da turbulência.
Textor disse que a perda de influência pode afetar a cultura construída nos últimos anos. Mesmo mantendo boa relação com o departamento de futebol, lamentou não participar mais ativamente da condução da SAF.
Se eu fosse jogador do Botafogo, veria desmoronar a cultura de conquistas se o clube social desmontasse o que foi construído, afirmou, em referência às mudanças internas.
Reaproximação como caminho
O empresário defende que a situação poderia ser encerrada rapidamente se a liderança do clube social deixasse de lado egos e reconhecesse as conquistas compartilhadas.
Na visão dele, uma recomposição das relações entre as partes permitiria retomar o planejamento esportivo sem consequências adicionais para o elenco. Não houve confirmação de mudanças formais até o momento.
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