- Didier Deschamps afirmou que a França não é favorita e valorizou a campanha do Paraguai, adversário nas oitavas da Copa do Mundo.
- O treinador disse que o Paraguai não faz “armadilhas” e que vai dar tudo para seguir na competição.
- A França enfrenta o Paraguai neste sábado, em Filadélfia, buscando manter 100% de aproveitamento no torneio.
- O calor pode chegar a 40 ºC durante o jogo, e Deschamps destacou a importância da pausa para hidratação e dos protocolos contra o calor.
- Ele lembrou que já esperava dificuldades com o tempo desde a decisão de jogar nos Estados Unidos e citou a paralisação de duas horas na última partida contra o Iraque.
Deschamps minimizou o peso do favoritismo da França e avaliou a campanha do adversário no Mundial, destacando que o confronto contra o Paraguai, pelas oitavas de final, pode valer pela consistência do time anfitrião. O técnico reforçou que os Bleus mantêm cautela mesmo com o histórico recente de atuações consistentes.
O treinador ressaltou que o Paraguai chega ao duelo com méritos e não surge por acaso na luta por vaga. Segundo Deschamps, a seleção sul-americana venceu adversários fortes, como a Alemanha, e demonstrará determinação para avançar. A preparação envolve manter o foco e respeitar o adversário.
A França encara o Paraguai neste sábado, em jogo realizado na Filadélfia, nos Estados Unidos, em meio a expectativas de melhoria coletiva e controle de ritmo. Mantêm-se as avaliações de desempenho de cada setor para confirmar o saldo de vitórias sem alterar a estratégia.
Calor vai afetar?
A temperatura prevista para o estádio pode alcançar 40 ºC, o que elevou a preocupação entre equipes e organizadores. Deschamps disse que o calor é um fator que afeta ambos os lados e ressaltou a importância das pausas para hidratação e dos protocolos médicos.
Ele ainda reforçou que o calor não determina a vitória nem a derrota e que as equipes devem se adaptar. A missão é manter a performance física sob controle, com treinamentos e medidas de suporte já previstas antes da competição.
O técnico relembrou que a escolha pela realização da Copa nos Estados Unidos prevê desafios climáticos similares, citando episódios anteriores de interrupção por condições atmosféricas. A previsão de chuva também foi alvo de consideração, sem, no entanto, indicar impactos específicos para o jogo.
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