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Desventura com Carlos Alberto Parreira nos EUA

Perfil de Parreira em 1994 revela relação cordial com a imprensa e reação à capa “O Itamar da seleção”

Carlos Alberto Parreira, em 1994, nos Estados Unidos: calmo e educado (Marcos Rosa/VEJA)
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  • Em 1994, Carlos Alberto Parreira foi capa da VEJA durante a Copa do Mundo nos Estados Unidos, com a revista chamando-o de “Itamar da Seleção”.
  • O treinador foi descrito como calmo, educado e solícito; mostrou um livro de gestão e planejava quinze esquemas de jogo para a estreia contra a Rússia.
  • A reportagem foi enviada de Los Gatos, na Califórnia, e a edição finalizada chegou por fax dois dias após o envio inicial.
  • A manchete citava Itamar Franco, associando a imagem do técnico à época política marcada pelo afastamento de Fernando Collor.
  • O repórter acabou viajando para Edmonton, no Canadá, para falar pessoalmente com Parreira antes da publicação; o técnico lidou bem com a crítica.

Uma passagem do passado envolve Carlos Alberto Parreira e a cobertura da Copa de 1994, nos Estados Unidos. Em 1994, a VEJA escalou o treinador como tema de capa, sob a alcunha de Itamar da Seleção, em meio a uma preparação tensa e estratégica.

O texto descreve o encontro do repórter com Parreira em Los Gatos, na Califórnia, dez dias antes da estreia. O técnico avaliou estudos, mostrou um livro de gestão e revelou planos táticos para enfrentar a Rússia, no Stanford Stadium, com 15 esquemas distintos.

A reportagem também conta a ligação entre a imprensa e o treinador, que recebeu a notícia de alguns modos, inclusive por fax, após o envio da matéria. Parreira, descrito como educado, recebeu bem a cobertura e manteve diálogo aberto com a equipe de jornalismo.

Para evitar surpresas, o repórter viajou a Edmonton, no Canadá, para conversar com o técnico antes de uma partida amistosa contra os locais. Parreira ouviu as críticas com tranquilidade, comentou que leria a matéria com atenção e expressou disposição para debater o conteúdo posteriormente.

A narrativa destaca ainda o contexto da época, marcado pela ausência de celulares e de redes sociais. A história mostra o relacionamento cordial entre Parreira e a imprensa, reforçando a imagem do treinador durante a preparação para o torneio.

TAGS DO PERÍODO

  • Copa do Mundo de 1994
  • Carlos Alberto Parreira
  • Cobertura jornalística
  • VEJA
  • Amistoso Canadá Brasil

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