- A notícia volta a discutir se vikings chegaram ao Brasil antes dos portugueses, com a ideia de navegação pelo Atlântico até o litoral brasileiro.
- Distâncias históricas ajudam a contextualizar: Groenlândia a Canadá fica a cerca de trinta quilômetros; do litoral canadense ao Piauí há mais de sete mil quilômetros, segundo a tese de Jacques de Mahieu.
- Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, já foi chamada de prova de inscrição nórdica, mas pesquisas apontam que são marcas de erosão natural.
- A herança viking envolve Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e até Lituânia e Letônia, refletindo-se na cultura marítima e nas tradições.
- O mito do capacete com chifres é desacreditado: historiadores apontam que guerreiros utilizavam proteção, mas sem chifres.
Os vikings voltaram à pauta no Brasil em meio ao hype da Copa do Mundo, após surgir a conversa sobre se teriam chegado ao litoral brasileiro antes dos portugueses. A discussão ganhou força com a aproximação do duelo entre o Brasil e a Noruega, pelas oitavas de final, marcado para domingo às 17h.
Historiadores e escritores já levantaram hipóteses sobre rotas vikings na América. A tese mais famosa associa viagens do Atlântico a regiões como o Canadá e o Brasil, mas carece de comprovação segura. O tema persiste como curiosidade histórica sem impacto direto no futebol.
Outra linha de debate envolve a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, cuja suposta inscrição nórdica foi contestada por pesquisadores, que apontaram marcas de erosão natural. Mesmo sem evidências, a lenda se mistura ao imaginário popular.
Desempenho viking na América e mitos de uso de capacete com chifre
A cultura viking é amplamente ligada a regiões próximas ao Mar Báltico e ao Atlântico Norte. Estudos apontam que povos nórdicos se destacaram pela navegação, comércio e artesanato, não por confirmações de presença no Brasil.
O mito do capacete com chifre é considerado infundado por historiadores. Fontes históricas indicam proteção para combate, mas sem chifres. A imagem difundida surgiu mais tarde, em obras de entretenimento, e não retrata o equipamento real.
Durante a Copa, torcedores noruegueses organizaram remadas coletivas em locais diferentes dos EUA, em demonstração de união e espírito de equipe. No Brasil, memes e debates sobre a lenda ganharam repercussão entre torcedores e usuários das redes.
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