- Goleiro da Noruega, Orjan Nyland, afirmou que a defesa pode parar qualquer adversário, antes das oitavas contra o Brasil.
- A partida ocorre no domingo, 5, às 17h (horário de Brasília), em estádio localizado entre Nova York e Nova Jersey.
- A defesa norueguesa sofreu oito gols em quatro jogos; o ataque brasileiro é liderado por Vinícius Júnior, com quatro gols no torneio.
- Nyland ressaltou o orgulho pela atuação da defesa nos últimos anos e que a equipe pode evoluir e vencer o Brasil.
- A Noruega não perde para o Brasil há histórico positivo (duas vitórias e dois empates); a vaga nas oitavas saiu ao terminar em segundo no grupo I, atrás da França.
Orjan Nyland, goleiro da Noruega, afirmou que a defesa da equipe pode parar qualquer adversário na Copa do Mundo de 2026. O comentário veio dois dias antes do confronto com o Brasil pelas oitavas de final, neste domingo (5), às 17h, em arena a ser disputada entre Nova York e Nova Jersey.
A Noruega enfrenta o Brasil após terminar em segundo no grupo I, atrás da França. A equipe nórdica teve oito gols sofridos em quatro jogos, enquanto o Brasil sofreu apenas dois. Nyland ressaltou que a defesa tem confiança baseada no trabalho dos últimos anos.
Aos 35 anos, Nyland atuou em três das quatro partidas do Mundial até aqui, tendo sido poupado na derrota por 4 a 1 para a França. O goleiro destacou o esforço coletivo e a possibilidade de evoluir para conquistar a vaga nas quartas.
A tensão entre as equipes aumenta pela história recente de confronto. Até agora, Noruega e Brasil chegaram a um histórico de dois empates e duas vitórias para a nossa seleção, o que deixa o atacante adversário em foco para o duelo.
Nyland afirmou que o time pode vencer o Brasil ao apresentar o melhor desempenho de suas carreiras nos próximos minutos, destacando a importância de manter a solidez defensiva. A preparação envolve leitura de jogo e organização, segundo o jogador.
A Noruega volta a enfileirar força de defesa após a classificação na segunda posição do grupo, com a França abrindo o caminho no grupo I. O duelo contra o Brasil marca a primeira vez que o país retorna aos estádios da Copa do Mundo, após 28 anos de ausência, segundo a AFP.
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