- Matheus Cunha, atacante da seleção brasileira, comentou os duelos com Haaland e ressaltou relação saudável entre os dois em campo.
- Haaland, do Manchester City, é adversário, mas Cunha destacou que o ataque do adversário é forte e que os dois são relevantes no duelo.
- Cunha negou favoritismo na partida contra a Noruega, dizendo que esse tipo de leitura não entra em campo.
- O jogador pode atuar como centroavante ou recuado, conforme o plano de jogo; Paquetá está lesionado e Martinelli ou Danilo podem entrar.
- Cunha estreou como titular contra o Haiti, já marcou três gols na Copa e pode seguir titular nas oitavas.
Durante a semana, Matheus Cunha falou com a imprensa após treino da seleção brasileira. O atacante minimizou o favoritismo do Brasil para o jogo contra a Noruega, marcado para este domingo, e ressaltou a importância de manter o foco nos 90 minutos.
Cunha, titular desde a vitória sobre o Haiti, tem marcado três gols na Copa do Mundo. Ele destacou o duelo com Haaland, ressaltando o respeito pelo atacante do Manchester City e pela qualidade do ataque da Noruega, ao lado de outros casais de defesa adversa.
O camisa 9 brasileiro também comentou a possibilidade de atuar em posições diferentes no ataque, dependendo do plano do treinador. Endrick, Martinelli e Danilo aparecem como opções para substituir Paquetá, lesionado, em funções que variam entre meia, atacante e apoio.
Sobre a ideia de favoritismo, Cunha afirmou que não há espaço para esse pensamento em campo. Ele disse que a confiança no grupo é natural, mas que o foco deve ser apenas nos 90 minutos em jogo.
A comissão técnica tem critérios para as mudanças táticas. Se Paquetá ficar fora, Martinelli pode ganhar mobilidade no frente, com Cunha flutuando entre o centro e o time na construção de jogadas. A ideia é manter a intensidade do ataque brasileiro.
A seleção brasileira chega para o duelo sem abrir mão do equilíbrio defensivo. Cunha reforçou a importância de manter a concentração e evitar percalços contra uma Noruega que, apesar de ter firmado apenas “pequenas chances”, costuma exigir atenção total dos cariocas.
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