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Salah é craque, mas enfrenta declínio físico e técnico

Salah, craque egípcio, mostra declínio físico e técnico na segunda fase da Copa do Mundo, atuação tímida nos 90 minutos, com melhora na prorrogação

Imagem: Arte/UOL
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  • Salah é apontado como referência do Egito, mas mostra declínio físico e técnico; entrou pouco no jogo contra a Austrália e, na prorrogação, teve atuação mais eficiente do que nos 90 minutos. (Bira, Fim de Papo, Canal UOL)
  • O Egito tem mais posse de bola e trabalha jogadas ensaiadas, mas fica dependente de Salah, cuja condição é descrita como declinante. (Bira, Fim de Papo)
  • O árbitro norte-americano de origem marroquina Ismail Elfath tem histórico negativo com o Brasil, com atuação em Copas do Mundo e amistoso recente, sem polêmicas relevantes. (Ana Paula Oliveira)
  • Ana Paula ressalta que Elfath é rigoroso, controla bem o jogo e que o Brasil não costuma ter histórico positivo com ele. (Ana Paula Oliveira)
  • Gabriel Sá critica a troca de goleiro da Austrália, comparando com decisões de treinadores anteriores, elogia o jovem Beach (22 anos) e comenta que a cobrança de pênaltis foi determinante; também menciona a jogada de Salah em pênalti que pareceu mais sorte que juízo. (Gabriel Sá)

Salah continua sendo a peça-chave do Egito, mas passa por sinais de queda física e técnica, segundo avaliação de Bira no Fim de Papo, do Canal UOL. A análise ocorreu após a derrota ou derrota-olhando para a fase de grupos? (continuação) na Copa do Mundo, diante da Austrália na segunda fase.

A comentação aponta que o time tem buscado manter a posse e trabalha bastante em jogadas ensaiadas, principalmente bolas paradas. No entanto, o desempenho de Salah, referência técnica da equipe, demonstrou declínio, com entraves para entrar no ritmo no tempo regulamentar. A prorrogação foi mais produtiva, mas nos 90 minutos o futebol do astro foi tímido.

Aí surge outra pauta: o histórico de árbitro dos Estados Unidos com o Brasil em decisões de Copa. Ana Paula Oliveira aponta que o árbitro norte-americano Ismail Elfath, marroquino que vive nos EUA, tem estilo rigoroso e controle do jogo, o que não favoreceu o Brasil nas últimas disputas em Copas. Em 2022, o Brasil perdeu para Camarões sob sua condução.

Arbítrio e histórico com o Brasil

A crítica vem do passado recente: Elfath apitou o duelo entre Brasil e Camarões na Copa do Qatar e também dirigiu amistoso da equipe brasileira contra a França na preparação. O histórico não é positivo para o Brasil, mas também não houve polêmicas exacerbadas nesse vínculo.

Reação de Gabriel Sá à troca de goleiro da Austrália

Gabriel Sá manifestou indignação com a substituição do goleiro titular da Austrália, sendo a opção estudada com Beach, jovem de 22 anos, e a volta de Ryan. Segundo ele, a troca gerou controvérsia, e o goleiro adversário acertou uma defesa decisiva em pênalti, o que gerou questionamentos sobre a estratégia adotada pelo técnico Popovic.

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