- Em 2014, a substituição do goleiro na disputa por pênaltis (Jasper Cillessen por Tim Krul) ficou famosa como o “efeito Krul”.
- Doze anos depois, a Austrália tentou o mesmo recurso contra o Egito, com Mat Ryan entrando aos 119 minutos.
- Ryan não conseguiu defender nenhuma cobrança, e os cobradores egípcios pareceram mais confiantes na competição.
- Mohamed Salah cobrou um pênalti de cavadinha, ajudando o Egito a avançar; a Austrália ficou eliminada.
A substituição mais comentada da Copa foi finalizada com um chute de Salah. A seleção do Egito, diante da Austrália, chegou às penalidades após o empate na prorrogação. O treinador inglês do Egito manteve o time na disputa até o fim.
A troca de goleiro australiano ocorreu aos 119 minutos. Mat Ryan entrou como surpresa, na tentativa de repetir o efeito Krul, famoso pela decisão de 2014. No entanto, Ryan não conseguiu defender nenhuma cobrança e ficou atrás na decisão.
Mohamed Salah selou a vitória do Egito com a cobrança de pênalti em estilo inusitado, quase deslocando o goleiro adversário. A atuação ajudou o Egito a avançar, enquanto a Austrália ficou eliminada na decisão por pênaltis.
Contexto e comparação com 2014
Em 2014, o holandês Louis van Gaal substituiu o goleiro aos 120 minutos para a disputa de pênaltis, criando o que ficou conhecido como efeito Krul. A jogada gerou elogios pela eficiência, mas não repetiu o feito neste confronto recente.
O Egito conseguiu converter todas as penalidades, confirmando a classificação à próxima fase. A decisão gerou surpresa ao público e análise entre especialistas, que destacaram a eficácia em tempo de cobrança.
O resultado mantém o Egito vivo no Mundial, enquanto a Austrália precisa esclarecer a estratégia utilizada para a meia-entrada. A partida ficou marcada pela troca de goleiro e pela cobrança de Salah, que ficou entre os momentos mais comentados do torneio.
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