- Ancelotti comparou o jogo da Argentina contra Cabo Verde para alertar sobre as dificuldades do Brasil diante da Noruega, neste domingo, às 17h, no MetLife Stadium, em East Rutherford.
- A Noruega terá Erling Haaland e Martin Odegaard, com quem o técnico já trabalhou no Real Madrid; Haaland é apontado como atacante muito perigoso.
- A escalação brasileira ainda não foi anunciada; a principal dúvida é quem substitui Lucas Paquetá, com Gabriel Martinelli sendo favorito e Danilo como opção.
- Bruno Guimarães afirma que a função dele pode mudar conforme o substituto de Paquetá, alterando seu papel defensivo ou ofensivo.
- O jogo ocorre no mesmo estádio da estreia do Brasil na Copa e o time, segundo o técnico, evoluiu desde então, reduzindo erros na saída de bola e melhorando a construção das jogadas.
O técnico Carlo Ancelotti disse que ver a Argentina sofrer contra Cabo Verde na segunda fase da Copa do Mundo mostra que jogos são equilibrados. Ele citou isso para explicar por que o Brasil pode ter dificuldades contra a Noruega neste domingo, no MetLife Stadium, em East Rutherford, às 17h.
O treino da seleção brasileira ocorreu neste sábado. Ancelotti destacou que rivais bem preparados merecem elogios, e lembrou que a Argentina avançou na prorrogação, vencendo Cabo Verde por 3 a 2. O objetivo é enfrentar a Noruega com organização e intensidade.
Confronto e ajustes
A equipe noruegA tem como principais referências Erling Haaland e Martin Odegaard, com quem Ancelotti trabalhou no Real Madrid. O treinador afirmou que não precisa detalhar como enfrentar Haaland, citando experiência de confrontos anteriores contra o atacante.
A principal indefinição é a vaga de Lucas Paquetá, lesionado na coxa esquerda. Apesar de não ter sido cortado da delegação, é improvável que apareça na Copa. Gabriel Martinelli é favorito, mas Danilo Santos também aparece como opção para manter equilíbrio na defesa e no ataque.
Bruno Guimarães comentou que a escolha do substituto pode alterar seu papel em campo. Ele afirmou que, com um atacante mais ofensivo ou mais defensivo, sua função muda, influenciando a dinâmica de meio de campo da seleção.
O jogo ocorre no mesmo estádio da estreia do Brasil, empate com Marrocos por 1 a 1. A equipe evoluiu desde então, segundo Ancelotti, reduzindo erros na saída de bola e melhorando a construção das jogadas para avançar com mais clareza.
Entre na conversa da comunidade