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Brasil ainda é favorito, mas não como antes, diz técnico da Noruega

Noruega admite que o Brasil continua favorito, mas com desequilíbrio menor; precisa jogar no máximo para ter chance de vencer nas oitavas

Treinador da Noruega, Stale Solbakken, deu uma declaração que soou como provocação a Carlo Ancelotti após vitória contra a Costa do Marfim
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  • O técnico da Noruega, Ståle Solbakken, disse que vencer o Brasil nas oitavas da Copa do Mundo seria uma surpresa, mas não impossível.
  • Ele afirmou que o Brasil ainda é favorito, porém não mais o grande favorito de anos anteriores; o equilíbrio entre as seleções melhorou.
  • Para vencer, a Noruega precisa jogar no máximo de sua capacidade e manter o nível alto no jogo no Metlife Stadium.
  • Solbakken elogiou Carlo Ancelotti, dizendo que é uma referência no futebol e que enfrentar o Brasil é uma honra.
  • O lateral-esquerdo Douglas Santos afirmou que provocações adversárias servem de motivação para a equipe.

O técnico da Noruega, Ståle Solbakken, afirmou neste sábado, 4, que vencer o Brasil em uma partida de oitavas de final da Copa do Mundo seria uma surpresa, mas que a seleção norueguesa pode, sim, aproveitar oportunidades. Ele disse que o Brasil ainda é favorito, porém não mais o grande favorito de anos anteriores.

A entrevista ocorreu no MetLife Stadium, local do duelo entre Noruega e Brasil, programado para este domingo. Solbakken ressaltou que o desequilíbrio entre as equipes diminuiu e que ambas chegam com resultados positivos, exigindo que a Noruega jogue no seu teto para ter chance.

Ele evitou atribuir porcentagens exatas sobre a probabilidade de vitória, mas deixou claro que, caso a Noruega eleve o nível, há possibilidade de triunfo. Para vencer, segundo o treinador, é essencial que o time alcance todo o seu potencial.

Em relação a uma provocação feita no vestiário após a classificação sobre Costa do Marfim, Solbakken explicou que a frase foi uma reverência ao técnico italiano Carlo Ancelotti, a quem reconhece como referência no futebol. O treinador afirmou que enfrentar o Brasil é uma honra e que a expectativa é manter o foco na partida.

O meia Douglas Santos, da Noruega, reforçou a leitura de que provocações adversárias funcionam como motivação. Em coletiva no hotel da seleção, ele afirmou que tais provocações costumam impulsionar as equipes, lembrando a derrota do Japão diante do Brasil e a garra demonstrada pela Noruega após tomar o gol.

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