- Brasil enfrenta a Noruega neste domingo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, por vaga nas quartas e para quebrar o tabu de nunca ter vencido a seleção europeia.
- As equipes já se enfrentaram quatro vezes; houve empate de 1 a 1 em 2006, derrota brasileira em 1997 (Noruega 4 a 2) e vitória dos noruegueses na Copa de 1998, quando o Brasil já estava classificado.
- O treinador da Noruega, Ståle Solbakken, disse que a equipe evoluiu desde 1998, buscando mais ataque e controle; admitiu que o Brasil é favorito, mas não dá certeza de favoritismo absoluto.
- Carlo Ancelotti destacou a força ofensiva da Noruega, com Haaland como principal referência, e explicou que a bola parada é preocupação; não revelou ainda quem substitui Lucas Paquetá, podendo entrar Gabriel Martinelli ou Danilo.
- Bruno Guimarães, sem Paquetá, ganha protagonismo e afirmou que pode adaptar seu papel conforme a escolha de Ancelotti; reforçou a necessidade de neutralizar bolas levantadas e de conter Haaland.
Brasil encara a Noruega neste domingo, em Nova Jersey, buscando vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. O jogo no MetLife Stadium tem importância histórica: o Brasil busca quebrar o tabu de nunca ter vencido a seleção europeia. A partida ocorre pela fase de mata-mata após a fase de grupos.
A seleção brasileira está ciente da dificuldade. Ståle Solbakken, técnico da Noruega, destaca que a equipe atual é mais proativa, diferente da defesa volta ao jogo de 1998. Ele confia na possibilidade de surpreender o Brasil, apesar do favoritismo apontado por muitos.
Carlo Ancelotti, treinador do Brasil, ressalta o equilíbrio do adversário e a força ofensiva, especialmente com Haaland, artilheiro da Copa com cinco gols. A equipe brasileira trabalha para neutralizar bolas paradas e não revela a escolha entre Gabriel Martinelli ou Danilo para substituir Lucas Paquetá, lesionado.
Bruno Guimarães ganhou protagonismo no meio-campo pela ausência de Paquetá. O jogador do Newcastle indica que seu papel pode variar conforme a opção tática, com foco na recomposição e na neutralização das jogadas aéreas do adversário. Haaland figura entre as principais preocupações do Brasileirão europeu.
> Bruno Guimarães mantém a confiança na evolução da equipe. Ele afirma estar pronto para atuar de modo mais defensivo caso seja necessário, visando frear as aspirações norueguesas de explorar bolas paradas. O volante também reforça o compromisso de lutar até o fim pela Copa do Mundo.
Entre na conversa da comunidade