- A pressão alta é identidade da Seleção Brasileira sob Carlo Ancelotti, ajudando a encurtar o caminho ao gol após recuperar a posse no campo ofensivo.
- Na Copa do Mundo, quatro dos nove gols do Brasil foram marcados nesse estilo, segundo o Gato Mestre, do ge.
- Senegal aparece em segundo lugar com três gols sob pressão; França e Suécia fizeram dois cada; outras seleções tiveram um gol.
- Entre os gols brasileiros, três mudaram o placar: Cunha contra o Haiti, Vini Jr. contra a Escócia e Martinelli contra o Japão.
- Brasil enfrenta a Noruega nas oitavas de final, neste domingo, 5 de julho, às 17h, em Nova Jersey; vencedor encara México ou Inglaterra.
A seleção brasileira vem mantendo a identidade de pressão alta desde a chegada de Carlo Ancelotti. O time encurta o caminho ao gol a partir da recuperação da posse de bola no campo ofensivo, sob o comando do técnico italiano.
Na Copa do Mundo, o Brasil soma nove gols, sendo quatro marcados em ações de pressão. A estatística coloca a seleção na liderança desse tipo de finalização no torneio até o momento, segundo o ge, com apuração de Gato Mestre.
Logo atrás aparece Senegal, com três gols nesses mesmos critérios. França e Suécia aparecem com dois gols cada, enquanto Cabo Verde, Colômbia, Croácia, Equador, Haiti, Japão, Marrocos, México, Nova Zelândia e Suíça aparecem com um gol cada.
Dentre os quatro gols brasileiros, três mudaram o placar de forma decisiva, convertendo empates ou garantindo viradas. Os exemplos são: Matheus Cunha contra o Haiti, Vini Jr contra a Escócia e Martinelli diante do Japão.
A comissão técnica já projeta manter a estratégia para as oitavas de final contra a Noruega, neste domingo (5/7), às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Em caso de vitória, o Brasil encara o vencedor de México versus Inglaterra.
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