- Folarin Balogun foi expulso na vitória dos EUA sobre a Bósnia, mas cumprimentou o árbitro Raphael Claus no fim da partida, que terminou 2 a 0 e garantiu a vaga nas oitavas.
- Mesmo discordando da expulsão, ele disse que manteve o gesto de respeito e que não reagiu por raiva.
- A expulsão o deixa fora do jogo das oitavas contra a Bélgica, marcado para segunda-feira, às 21h, cumprindo suspensão automática de uma partida, mas continuará apoiando a equipe.
- O elenco tem opções para substituí-lo no ataque, com Pepi ou Haji, e deve seguir em frente adotando uma nova estratégia.
- O técnico adversário belga avaliou que os EUA continuam perigosos sem Balogun, destacando a qualidade ofensiva e afirmando que estarão preparados para o duelo.
O atacante Folarin Balogun, dos EUA, foi expulso na vitória sobre a Bósnia pela Copa do Mundo de 2026. O jogo terminou em 2 a 0, com Balogun marcando um dos gols. A expulsão ocorreu após uma entrada em Tarik Muharemovic, sob a decisão do árbitro Raphael Claus.
Mesmo discordando da punição, Balogun disse ter mantido o gesto de cumprimentar o árbitro ao fim da partida. O jogador relatou ter vivido uma mistura de emoções, mas procurou manter a calma para liderar o time na sequência do torneio.
Balogun é o artilheiro da equipe na competição, com três gols. A suspensão de uma partida o afasta do duelo das oitavas contra a Bélgica, marcado para segunda-feira, às 21h, mas o jogador deverá apoiar o time na arquibancada.
Impacto da expulsão e opções do elenco
A ausência de Balogun abre espaço para ajustes no ataque, com opções entre Pepi e Haji para atuar como atacante central. Treinadores e familiares analisam alternativas táticas para manter a eficiência ofensiva sem o artilheiro.
Para o adversário, a Bélgica, a avaliação é de que os EUA seguem perigosos mesmo sem Balogun. Um defensor rival ressaltou o conjunto de qualidade da equipe americana e a intensidade que podem manter no duelo de oitavas.
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