- Lucas Pinheiro Braathen nasceu em Oslo, tem pai norueguês e mãe brasileira, e defende o Brasil no esqui apesar da dupla nacionalidade.
- A Copa do Mundo chega às oitavas de final no domingo, quando o Brasil enfrenta a Noruega; Pinheiro diz torcer pelo Brasil.
- Ele afirma que o Brasil representa suas raízes, família e identidade, e que não arrisca placar, mas garante: vai dar Brasil.
- O atleta relembra ídolos de infância — Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho — e diz que o futebol o conectou ao Brasil desde cedo.
- Sobre Vinícius Júnior e Erling Haaland, ele elogia ambos por estilos diferentes e afirma que é positivo ter jogadores de alto nível em seleções distintas.
Lucas Pinheiro Braathen, atleta olímpico de destaque, permanece com a relação de duas nações no peito. Nascido em Oslo, filho de pai norueguês e mãe brasileira, ele representa o Brasil nas pistas de esqui, mesmo mantendo vínculos com a Noruega.
Nesta Copa do Mundo, o esquiador enfrenta o dilema de torcer pela Noruega ou pelo Brasil, mas afirmou à GQ Brasil que o coração fica verde e amarelo no jogo das oitavas de final, marcado para o próximo domingo. O posicionamento não impede, porém, o desejo de ver um grande duelo entre as seleções.
Pinheiro relembra a infância ligada ao futebol, esporte que abriu portas para o ambiente brasileiro e para o sonho de competir no futebol de inverno. Ele reforça o orgulho de representar o Brasil na nevasca, destacando a conexão com as suas raízes familiares.
Análise dos protagonistas
Ainda que torça pelo Brasil, o atleta reconhece o talento de dois craques em campo: Vinícius Júnior, do Brasil, e Erling Haaland, da Noruega. Segundo o atleta, o Vini Jr é decisivo pelo um contra um e pela explosão, enquanto Haaland se destaca pela finalização e pela capacidade física.
Apesar da admiração por ambos, Pinheiro evita cravar um placar para o duelo de domingo. Ele indica que o Brasil deve prevalecer, mas sem especificar o resultado, mantendo o tom de respeito às equipes e aos jogadores.
O atleta ressalta que o desempenho de seus ídolos inspira não apenas o futebol, mas também a visão de esporte de inverno que ele busca manter. A trajetória olímpica lhe dá confiança para comentar o confronto entre as seleções, sem deixar de lado a identificação com o Brasil.
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