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Mbappé supera seleções inteiras em gols na mata-mata

Mbappé chega a onze gols em mata-mata e supera seleções como o Brasil; analistas destacam dificuldade francesa para furar o bloqueio paraguaio

Kylian Mbappé comemora seu gol na vitória da França sobre o Paraguai na Copa do Mundo 2026
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  • Mbappé chegou a 11 gols em jogos de mata-mata na Copa do Mundo desde 2018, incluindo a marca que o permite ter superado seleções inteiras como o Brasil (10 gols).
  • A estatística foi pauta no programa Fim de Papo, do Canal UOL, após a França eliminar o Paraguai na Copa do Mundo de 2026.
  • O atacante disputa pela terceira vez a Copa do Mundo, mantendo o paralelo com as demais seleções, que possuem menos gols neste jogo decisivo.
  • Casagrande disse que a França teve dificuldade para encontrar espaço para atacar contra o Paraguai, apesar de controlar a posse de bola, devido à dupla marcação nos pontas.
  • Samir Carvalho concordou que o mata-mata costuma apertar favoritos e criticou a França por não insistir em dribles e tabelas por dentro no primeiro tempo.

Kylian Mbappé alcançou 11 gols em jogos de mata-mata na Copa do Mundo de 2026, superando seleções inteiras, como o Brasil, que soma 10. A França eliminou o Paraguai em um duelo com poucas brechas. O tema ganhou destaque no Fim de Papo, do Canal UOL.

Além disso, a estatística é apresentada como marco histórico do jogador na fase eliminatória, contrastando com as marcações mais próximas e com o desempenho da equipe em dado momento do torneio.

Comentários dos especialistas destacam que Mbappé não teve a melhor atuação, perdendo oportunidades de frente a frente com o goleiro. Ainda assim, a movimentação dele é descrita como espetacular para abrir espaço e criar chances.

> Casagrande aponta que a França encontrou dificuldade para abrir espaço contra a defesa paraguaia, que atuou em linha baixa e em dupla marcação pelos pontas. A equipe manteve a posse, mas não conseguiu traduzir o domínio em chances claras.

> Samir Carvalho reforça que o mata-mata costuma apertar favoritos e discorda de um esforço acima do necessário. Ele diz que, no primeiro tempo, faltou drible e longitude para romper o ferrolho paraguaio.

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