- Müller critica o futebol brasileiro por subestimar atletas experientes, dizendo que Messi não teria disputado Copas se fosse brasileiro.
- O ex-jogador afirma que a idade não deve ser fator determinante e que Messi continua fazendo a diferença mesmo sem a explosão de antes.
- Messi, aos 39 anos, chegou ao 20º gol em Copas do Mundo e lidera tecnicamente a Argentina após a vitória de 3 a 2 sobre Cabo Verde, que levou às oitavas.
- Segundo Müller, a seleção argentina valoriza seus ídolos e mantém grandes jogadores no auge, o que traz resultados para o time.
- A Argentina enfrenta o Egito nas oitavas de final, buscando vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.
O ex-jogador Müller criticou a forma como o futebol brasileiro trata atletas experientes. Em participação na live Seleção Estadão, ele citou Lionel Messi como exemplo de que idade não deve barrar convocações.
Ele destacou que Messi, mesmo com a idade, segue decisivo pela Argentina e que a velocidade não é o único critério de comparação entre gerações. Segundo Müller, o craque argentino continua contribuindo mesmo sem a explosão de antes.
Messi, aos 39 anos, segue em evidência na Copa do Mundo, tendo chegado ao 20º gol em Mundiais e ajudado a Argentina a avançar às oitavas de final com vitória sobre Cabo Verde.
Messi em alta na Copa
Na avaliação do ex-atacante, a trajetória de Messi evidencia que o valor do jogador permanece alto quando há continuidade de nível técnico. A seleção argentina chega às oitavas de final com Messi como principal referência.
A imprensa acompanha o desempenho do camisa 10, que soma sete gols na atual edição e mantém o recorde de maior artilheiro da história dos Mundiais, com 20 gols.
Reflexos para o Brasil
Müller afirma que a cultura futebolística brasileira costuma limitar atletas por idade precoce, em contraste com a tradição argentina de manter ídolos em atividade. A crítica, no entanto, não aponta soluções específicas, apenas o recorte de hábitos.
A live evidenciou o debate sobre manejo de talentos experientes no futebol brasileiro, com foco em como decisões de convocação podem influenciar o desempenho a longo prazo.
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