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Técnico canadense, filho do projeto Red Bull, quer ser pesadelo para Marrocos

Jesse Marsch afirma que o Canadá pode ser “pesadelo” para Marrocos, buscando levar a seleção às quartas de final da Copa

Agradece e exalta o grupo após a vaga nas oitavas –
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  • Jesse Marsch, técnico do Canadá há dois anos, está a 90 minutos de levar a seleção às quartas de final da Copa do Mundo, enfrentando Marrocos neste sábado, às 14h, em Houston.
  • A base do trabalho é o projeto Red Bull, que valoriza pressão alta, intensidade constante e transições rápidas,模式 que já levou o time a goleada sobre o Catar e domínio quase total contra a África do Sul (1 a 0).
  • Marsch descreveu o estilo como um “pesadelo” para adversários e disse que manterá a mentalidade mesmo com eventual perda de jogador ou queda de desempenho de 1%.
  • Aos 52 anos, ele abriu mão da carreira na Europa para seguir na América do Norte; classificou a decisão como uma “loucura” na época, mas afirmou que o início difícil comprovou o padrão de elite.

O treinador teve aumento salarial e contrato estendido até 2030.

  • O histórico dele como treinador inclui New York Red Bulls, RB Salzburg, RB Leipzig e Leeds United, com conquistas como títulos na Áustria e vitória expressiva sobre o Liverpool pelo Leeds.

Jesse Marsch, técnico do Canadá, está a apenas 90 minutos de levar a seleção a uma histórica vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. O duelo contra Marrocos ocorre neste sábado, às 14h, em Houston, com o Canadá buscando manter a mentalidade de pressão alta e transições rápidas.

A filosofia de jogo de Marsch tem raízes no projeto Red Bull, com clubes sob a mesma linha no mundo. Com atuação que já goleou o Catar e dominou boa parte do confronto com a África do Sul, o Canadá soma resultados expressivos desde sua estreia na Copa.

Trajetória e estilo

Aos 52 anos, Marsch aposta em discurso motivador e mensagens diretas. Sua carreira como treinador começou no New York Red Bulls, passando pelo RB Salzburg, RB Leipzig e Leeds United. A ideia é manter a intensidade e a agressividade como marca do time.

> O norte-americano deixou a Europa para assumir o Canadá em 2022, em busca de construir o projeto com base na filosofia Red Bull. O clube brasileiro Bragantino também manteve vínculos com o modelo de formação e jogo.

Dossiê da carreira de Marsch

No New York Red Bulls, ganhou o título de técnico do ano e ficou entre os melhores ataques da MLS. No RB Salzburg, foi campeão austríaco e da Copa da Áustria por duas vezes. Tornou-se o primeiro técnico nascido nos EUA a vencer na Liga dos Campeões.

Em Leipzig, teve passagem curta e foi demitido após poucos meses. No Leeds United, venceu o Liverpool fora de casa e enfrentou resultados assimáticos, levando à queda do clube antes da escolha de retornar ao Canadá.

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