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Técnicos argentinos brilham: um quarto das oitavas na Copa 2026

Copa 2026: quatro treinadores argentinos avançam às oitavas, somando 25% dos técnicos vivos no torneio.

Gustavo Alfaro, técnico do Paraguai, após classificação sobre a Alemanha na Copa do Mundo
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  • Quatro seleções estão sob treinadores argentinos nas oitavas, somando 25% dos técnicos vivos no Mundial.
  • Mauricio Pochettino (Estados Unidos) mantém domínio da equipe da casa, com passagem às oitavas e destaque de Balogun, artilheiro com três gols.
  • Gustavo Alfaro (Paraguai) levou o time a uma vitória heroica contra a Alemanha e classificação nos pênaltis.
  • Lionel Scaloni (Argentina) mantém trabalho vitorioso, com três vitórias no grupo e Messi com sete gols na competição.
  • Marcelo Bielsa (Uruguai) vive eliminação precoce e crise com o elenco, com derrota para a Espanha na última rodada.

Com o início das oitavas de final da Copa do Mundo mais extensa da história, quatro seleções têm técnicos argentinos entre os treinadores que seguem no torneio. Ao todo, são seis treinadores argentinos remanescentes, equivalentes a 25% do total de comandantes vivos.

Até aqui, 32 das 48 equipes já foram eliminadas. A atuação dos argentinos tem sido positiva, com cinco dos seis técnicos mantendo o time vivo no mata-mata.

Destaques aparecem para Pochettino e Alfaro, que conduzem seleções em fases decisivas. A trajetória dos argentinos tem ido do desempenho sólido à classificação heróica de Paraguai frente aos atuais tetracampeões.

Desempenho dos técnicos argentinos

Mauricio Pochettino (Estados Unidos): domínio no país-sede

Com a responsabilidade de treinar os EUA, Pochettino manteve alto rendimento desde o início. A vitória sobre o Paraguai abriu caminho para oitavas, com sequência positiva na fase de grupos e liderança na chave.

Na segunda fase, vitória sobre a Bósnia consolidou a vaga. O desafio nas oitavas é contra a Bélgica. Balogun desponta como goleador, com três gols no Mundial.

Gustavo Alfaro (Paraguai): início difícil e vaga histórica

O Paraguai estreou com derrota, mas superou a Turquia e empatou com a Austrália para avançar. A equipe, com defesa sólida, venceu nos pênaltis a Alemanha por 4 a 3 na segunda fase.

A trajetória paraguaia destaca o uso de atletas do Brasileirão. A defesa foi o ponto forte, com boa organização nos três jogos seguintes.

Lionel Scaloni (Argentina): continuidade de trabalho vencedor

A Albiceleste manteve a base vitoriosa desde 2021, com fase de grupos sólida: três vitórias, oito gols a favor e apenas um sofrido. Scaloni mantém a marcação firme e o ataque eficiente.

Apesar de falhas defensivas contra Cabo Verde, o time abriu 3 a 2 na segunda fase e avançou às oitavas com 100% de aproveitamento.

Néstor Lorenzo (Colômbia): liderança em grupo difícil e desempenho eficiente

No Grupo K, a Colômbia terminou em primeiro lugar ao lado de Portugal, com vitórias sobre RD Congo e Uzbequistão e empate contra os portugueses. Na segunda fase, vitória por 1 a 0 sobre Gana aproximou o país de uma nova campanha nas quartas.

A atuação colombiana destacou eficiência e controle do jogo, especialmente no confronto de mata-mata.

Marcelo Bielsa (Uruguai): queda precoce e crise entre técnico e elenco

O Uruguai ficou sem vitórias no grupo e enfrentou crise de relacionamento com o elenco. Bielsa admitiu queda de comunicação com os jogadores, que refletiu em desempenho defensivo e criação ausente.

A defesa falhou ao longo do torneio, com destaque negativo para a atuação do goleiro Muslera, responsável por parte da eliminação.

Sebastián Beccacece (Equador): campanha aquém das expectativas

O Equador iniciou com derrota e empate na fase de grupos, sinalizando fragilidade. A virada histórica sobre a Alemanha na última rodada da fase de grupos animou, mas a sequência foi derrota por 2 a 0 para o México no mata-mata.

A eliminação ocorreu após classificação épica, encerrando a participação equatoriana.

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