- Ancelotti afirmou que a ordem dos cobradores de pênaltis foi definida por um levantamento estatístico de um ano; Bruno Guimarães ficou entre as opções, e Vinícius Júnior não estava entre os cinco primeiros.
- A lista apontava, em ordem, Raphinha, Neymar, Igor Thiago, Bruno Guimarães e Martinelli; Bruno foi escolhido como cobrador por ser a melhor opção.
- Ao marcar o pênalti contra Matheus Cunha no início do jogo, Vinícius Júnior apenas protegeu o cobrador real, cuja identidade já havia sido definida na preleção.
- Neymar convertou o pênalti na segunda etapa, criando o único gol do Brasil; Raphinha ficou no banco devido a uma lesão.
- A seleção brasileira foi eliminada nas oitavas de final da Copa do Mundo após a derrota por 2 a 1 para a Noruega.
O treinador Carlo Ancelotti explicou a razão estatística por trás da cobrança de pênalti que Bruno Guimarães executou na Copa do Mundo. O lance ocorreu ainda no primeiro tempo da partida contra a Noruega, no MetLife Stadium, pelas oitavas de final, no dia 5. A cobrança parou na defesa do goleiro Nyland e a seleção brasileira acabou derrotada por 2 a 1.
Segundo Ancelotti, a comissão técnica realizou um levantamento de um ano de desempenho dos convocados para definir a ordem dos cobradores. Entre os melhores colocados, Raphinha aparecia na frente, seguido de Neymar, Igor Thiago, Bruno Guimarães e Martinelli. Vinícius Júnior não estava entre as cinco primeiras opções.
Na cobrança do pênalti cometido sobre Matheus Cunha, houve dúvida entre jornalistas sobre quem cobraria primeiro, já que Vinícius Júnior pegou a bola. A decisão já havia sido definida na preleção: Bruno Guimarães seria o responsável caso Raphinha, Igor Thiago e Neymar não estivessem em campo.
Na segunda etapa, Neymar converteu o pênalti que abriu o placar. Raphinha ficou no banco para recuperação de uma lesão na coxa direita e foi preservado para evitar um retorno precoce.
Ancelotti avaliou o desempenho da equipe, dizendo que o Brasil controlou boa parte do jogo e criou oportunidades. A dificuldade ocorreu ao enfrentar a saída de bola da Noruega, com Martin Odegaard participando da construção desde a defesa adversária.
“Tivemos oportunidades na primeira e na segunda parte, mesmo com o placar zerado no início. Nas mudanças, entraram jogadores com mais fôlego para dar profundidade e tentar vencer”, afirmou o treinador.
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