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Brasil e Noruega reclamam de gramados na Copa

Brasil e Noruega criticam gramados no MetLife Stadium e no Gillette Stadium, com calor secando a grama e jogo mais lento, impactando as oitavas de final no Mundial

As críticas ao gramado do Mundial não se restringem a Brasil e Noruega - (crédito: Charly Triballeau/AFP)
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  • Vinicius Júnior criticou o MetLife Stadium após o empate de 1 x 1 com Marrocos, dizendo que o calor seca a grama e atrapalha o ritmo do jogo da seleção brasileira.
  • Quatro dias depois, o técnico da Noruega, Stale Solbakken, reclamou do gramado do Gillette Stadium, em Boston, afirmando que parecia artificial e que o calor o torna lento.
  • O técnico da França, Didier Deschamps, também apontou problemas com o gramado do MetLife Stadium, dizendo que o piso exigiu muito dos músculos dos jogadores.
  • O meia Adrien Rabiot foi além, classificando a superfície como dura e quase artificial, reforçando as críticas ao gramado do estádio.
  • A partida Brasil x Noruega deste domingo é sétima e penúltima do MetLife Stadium nesta Copa, que ficará sem jogos por mais de duas semanas até a final, marcada para 19 de julho.

O MetLife Stadium, em New Jersey, recebeu a atenção antes das oitavas de final entre Brasil e Noruega neste domingo. Vinicius Junior criticou o estado do gramado e o calor, que, segundo ele, prejudicam o ritmo de jogo.

O atacante afirmou que a grama seca rápido no segundo tempo, deixando a circulação da bola mais lenta. Mesmo assim, disse que o Brasil precisa se adaptar ao longo da competição e que o campo será compartilhado por todas as equipes.

Quatro dias após, o técnico norueguês Stale Solbakken comentou sobre o gramado no Gillette Stadium, em Boston. Segundo ele, o campo parecia artificial e a superfície perde qualidade com o calor, tornando o jogo mais lento.

Mudança de tema: reação de outros treinadores ao gramado

Foi citado também o técnico francês Didier Deschamps, que reclamou do piso após vitória sobre Senegal, destacando que o campo exigiu esforço adicional. Adrien Rabiot descreveu a superfície como dura e quase artificial.

O duelo em Nova Jersey marca a sétima e penúltima partida do MetLife Stadium neste Mundial. Depois das oitavas, a arena ficará sem jogos por mais de duas semanas e volta apenas em 19 de julho, para a decisão.

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