- Bruno Guimarães cobrou pênalti pela seleção pela primeira vez em Copa do Mundo, diante da Noruega, e a defesa foi de Orjan Nyland, em derrota por 2 a 1.
- Antes do chute, o volante tinha apenas três pênaltis batidos na carreira (em jogos oficiais).
- Os outros dois foram pelo Newcastle na temporada 2025-26 e um pelo Lyon na temporada 2020-21.
- A cobrança foi escolhida por Carlo Ancelotti, com base em dados internos sobre o desempenho dos seus jogadores.
- A comissão técnica não levou em conta a experiência de pressão em pênaltis; Vini Jr. era o principal cobrador citado pela equipe.
O pênalti que poderia ter decidido o destino do Brasil na Copa foi cobrado por Bruno Guimarães, que nunca havia chutado uma penalidade vestindo a camisa da seleção. O lance ocorreu na decisão por pênalti no confronto Brasil x Noruega.
Até então, Bruno possuía apenas três pênaltis convertidos na carreira em jogos oficiais, todos em clubes: dois pelo Newcastle na temporada 2025-26 e um pelo Lyon em 2020-21. Nenhuma cobrança havia sido realizada pela seleção antes deste domingo.
A cobrança foi executada com paradinha por Bruno, chutando de chapa no lado direito do gol. O goleiro Orjan Nyland defendeu, em jogo vencido pela Noruega por 2 a 1. Nyland nunca havia defendido pênalti vestindo a seleção.
Carlo Ancelotti, técnico da seleção, justificou a escolha com base em estatísticas de rivais coletadas ao longo de um ano, citando Neymar, Igor Thiago, Raphinha e Bruno Guimarães como melhorias, seguidos de Martinelli. A comissão, porém, foi questionada pela falta de experiência sob pressão.
Entre os jogadores cotados para cobrança, Vini Jr. tem 19 pênaltis na carreira (13 certeiros, 6 erros) e Matheus Cunha soma 9 (7 acertos, 2 erros). A decisão ocorreu em oitavas de final, momento de maior cobrança tática e emocional.
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