- A Fifa derrubou a suspensão do atacante Folarin Balogun, abrindo caminho para que ele enfrente a Bélgica na oitava de final em 6 jul, às 21h (horário de Brasília).
- Balogun foi expulso na partida EUA x Bósnia e Herzegovina, disputada em 1º de julho, ficando fora por cumprir suspensão automática.
- A punição foi aplicada com base nos artigos 14 e 66 do Código Disciplinar, mas a execução foi suspensa por causa do artigo 27, com caráter probatório de um ano.
- Balogun é o artilheiro da equipe na Copa, com três gols.
- A decisão gerou memes nas redes, em parte devido à alegação de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a Infantino para rever a punição.
A decisão da FIFA de derrubar a suspensão do atacante Folarin Balogun, da equipe dos EUA, ganhou as redes sociais como meme, após ser anunciada. Balogun havia sido expulso na partida contra a Bósnia e Herzegovina, em 1º de julho, e, sem a reviravolta, poderia ficar fora das oitavas de final.
A punição foi aplicada com base nos artigos 14 e 66 do Código Disciplinar da FIFA, com a execução suspensa por causa do artigo 27. A suspensão tinha caráter probatório e valia por um ano.
Balogun é o artilheiro da seleção norte‑americana na Copa, com 3 gols. Caso houvesse cumprido a suspensão, ele perderia o duelo das oitavas contra a Bélgica, marcado para 6 de julho, às 21h (horário de Brasília).
Decisão da FIFA e repercussão
O Comitê Disciplinar da FIFA decidiu derrubar a suspensão, o que manteve Balogun disponível para o jogo contra os belgas. Ao longo do dia, veículos de imprensa dos EUA repercutiram a notícia como tema central de humor nas redes.
A repercussão gerou memes envolvendo o episódio, com o público digital comentando a mudança de decisão. Não há relação oficial entre a decisão e qualquer posição presidencial, apenas a narrativa criada nas redes.
Contexto da Copa
A Copa do Mundo é realizada pela FIFA a cada quatro anos e envolve seleções classificadas por eliminatórias. A narrativa de punições e reavaliações é comum, com decisões disciplinares sujeitas a recursos.
No Brasil, a CBF define o staff técnico e os jogadores convocados, em um processo privado. O governo não interfere na escolha da equipe que representa o país na competição.
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