- Danilo Lavieri afirma que futebol não precisa ser bonito e não pode virar basquete, comentando Paraguay x França nas oitavas da Copa do Mundo.
- Ele diz que a seleção paraguaia usou uma estratégia viável diante de um adversário mais forte, mesmo resistindo às críticas de antijogo.
- Arnaldo Ribeiro rebate dizendo que o problema não é defender baixo, e sim práticas desleais como cera, encenações e agressões, que a competição tenta coibir.
- Rodrigo Mattos aponta que a arbitragem foi permissiva, o que explica a ausência de cartões ao Paraguai, enquanto a França terminou com três amarelos.
- As falas foram registradas no Posse de Bola, da Canal UOL, com cobertura da Copa do Mundo de 2026 e edições especiais após partidas de grandes seleções.
O comentarista Danilo Lavieri defendeu que o futebol não precisa ser bonito para ter validade e criticou a ideia de impor regras semelhantes às do basquete para forçar ataques. Ele fez as considerações durante o programa Posse de Bola, veiculado pelo Canal UOL, ao comentar o confronto Paraguai x França pelas oitavas de final da Copa do Mundo.
Segundo Lavieri, há uma distinção entre defender contundentemente e praticar antijogo. Ele afirmou que o Paraguai conseguiu frear a França, equipe considerada favorita, sem precisar recorrer a jogadas esteticamente elogiadas. Alega que o futebol abrange diversas estratégias, incluindo o controle do adversário, e que não é adequada uma regra que transforme o jogo em ataque constante.
O comentarista ressaltou que pode haver quem não tenha gostado do estilo adotado pelo Paraguai, mas argumentou que a atuação não deve ser classificada como ausência de futebol. Enfatizou que o jogo mental faz parte da modalidade e que a arbitragem deve definir os limites para coibir excessos. Citou a reação de Mbappé ao final da partida como exemplo de provocação, inserido no ambiente tenso do duelo.
Arnaldo Ribeiro discordou parcialmente, ao afirmar que defender com linhas recuadas pode ser legítimo, mas que certas práticas, como cera, encenações e contatos sem bola, devem ser coibidas, para preservar o espírito do jogo. O comentarista defendeu que a competição busca reduzir esse tipo de comportamento ao longo da Copa do Mundo.
Rodrigo Mattos completou ao destacar a diferença entre uma defesa bem estruturada e ações que merecem punição. Ele apontou que a arbitragem foi menos severa do que o esperado, o que, segundo ele, ajuda a explicar a ausência de cartões ao Paraguai, enquanto a França teve três amarelos.
A cobertura da Copa do Mundo de 2026 pela equipe do UOL, incluindo o Posse de Bola, é diária, com edições especiais após partidas de seleções de destaque. O conteúdo também prevê formatos extras quando o Brasil estiver em campo.
Entre na conversa da comunidade