- Michael Olise, atacante da França, 24 anos, recusa chuteiras rosa usadas por patrocinadores na Copa.
- Ele vem jogando com chuteiras brancas, sendo o único do time nesse estilo.
- Olise afirma ter o “poder de escolha” sobre o que usa e não quer contrato que o obrigue a adotar cores específicas.
- Pessoas próximas disseram ao jornal L’Équipe que ele abriu mão de valores consideráveis para manter a autonomia.
- O estudo de patrocínios no futebol é ilustrado, citando Neymar, cujo patrocínio de chuteiras estaria avaliado em cerca de R$ 157 milhões.
Michael Olise, atacante da seleção francesa, decidiu não usar chuteiras cor-de-rosa durante a Copa, mesmo com a tendência impulsionada pela publicidade das marcas patrocinadoras. Ele mantém chuteira branca em campo e afirma ter o poder de escolha sobre o que calçar.
Pessoas próximas ao jogador comunicaram ao jornal L’Équipe que Olise não tem nem quer ter contrato que imponha o tom das chuteiras. Segundo as fontes, ele abriu mão de valores significativos para manter a autonomia sobre suas escolhas.
Neymar, por exemplo, detém um dos patrocínios mais valiosos de chuteiras, estimado em 157 milhões de reais, o que evidencia a discrepância entre o que alguns atletas podem receber e a posição de Olise. A reportagem ressalta o contraste entre patrocínios e decisões individuais de jogadores.
Contexto de patrocínio e impactos
A recusa de Olise ocorre em meio à fase de divulgação de produtos pelas marcas ligadas ao Mundial, com impacto visual esperado nos gramados. A decisão do jogador é apresentada como posição pessoal, sem vínculo com negociações oficiais de clubes ou da seleção.
Seus representantes afirmam que o atleta prioriza a escolha pessoal de itens esportivos, mantendo o foco no desempenho em campo. A situação chama atenção para o poder de negociação entre atletas e marcas dentro do cenário da Copa.
Reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat, publicada em VEJA em 3 de julho de 2026.
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