- O meio-campista Lucas Paquetá sofreu lesão grau dois no músculo posterior da coxa esquerda e está fora da Copa do Mundo, não entrando em campo contra a Noruega nas oitavas.
- Lesões musculares vão de grau um a três; grau dois é rompimento parcial de 5% a 50% das fibras, com retorno previsto entre três e seis semanas.
- A cirurgia não é obrigatória, a não ser que haja rompimento na região que prende ao osso; a recuperação envolve repouso, manutenção da amplitude de movimento e treino gradual.
- Em casos maiores, tratamentos ortobiológicos como plasma rico em plaquetas (PRP) podem acelerar a recuperação, usados como auxiliares, com avaliação de segurança e custo.
- Existe outra classificação, de Munique, que chega ao grau quatro; a comparação entre os modelos tradicional e alemão mostra que a gravidade pode variar conforme a nomenclatura,影响ando o diagnóstico e o tratamento.
O Brasil enfrenta a Noruega neste domingo pelas oitavas da Copa do Mundo. O meio-campista Lucas Paquetá não entra em campo após sofrer lesão grau 2 no músculo posterior da coxa esquerda. A confirmação indica que o jogador não deve retornar ao torneio.
A lesão de Paquetá e o que significa
Lesões musculares aparecem pelo rompimento de fibras e são classificadas em graus. Grau 1 envolve estiramento com menos de 5% das fibras, com até duas semanas de recuperação. Grau 2 é rompimento parcial entre 5% e 50%, com retorno entre três e seis semanas. Grau 3 envolve ruptura acima de 50%, com três a seis meses de tratamento, podendo exigir cirurgia.
No caso de Paquetá, o futebolista está fora da Copa após lesão de grau 2 na coxa esquerda. Diagnóstico costuma ocorrer por meio de exames de imagem, como ressonância magnética, especialmente em lesões nos músculos adutor e posterior da coxa.
Recuperação e opções de tratamento
O repouso inicial é essencial para a restauração das fibras, independentemente da necessidade de cirurgia. Manter a amplitude de movimento e controle da dor são prioridades no início da recuperação. Em etapas seguintes, o reforço gradual do condicionamento muscular é feito com exercícios, monitorando a evolução da recuperação.
Em alguns casos, terapias ortobiológicas, como o PRP, são utilizadas como apoio para acelerar a cicatrização, principalmente quando o dano atinge as extremidades do músculo. A escolha pelo tratamento depende da gravidade e da região lesionada, com foco na segurança do atleta.
Outras lesões e classificações diferentes
Outra lesão discutida foi a de Estevão, que rompeu o bíceps da coxa direita em abril e não foi convocado para o Mundial. Há variações de classificação entre sistemas tradicionais de graus e o modelo alemão de Munique, que vai do grau 1 ao 4. Mesmo assim, a avaliação clínica e de imagem orientam a decisão terapêutica.
A abordagem médica considera a função da musculatura para o atleta, o tipo de lesão e o risco de recorrência. Em geral, a reabilitação busca manter a função muscular com etapas bem definidas, reduzindo a chance de novas rupturas durante o retorno ao esporte.
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