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Suspensão de Garrincha é anulada e ele disputa final da Copa do Mundo

Garrincha disputou a final de 1962 após suspensão ser anulada; Balogun fica liberado para enfrentar a Bélgica após a FIFA revogar a punição.

Garrincha na Copa de 1962 — Foto: Getty Images
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  • Em 1962, Garrincha foi expulso na semifinal contra o Chile, mas acabou liberado para disputar a final diante da Tchecoslováquia.
  • Para responder às provocações, Garrincha agrediu o jogador chileno Rojas e foi mandado para os vestiários mais cedo.
  • Não havia suspensão automática na época; um julgamento determinava a punição do atleta indisciplinado.
  • Os dirigentes brasileiros atuaram nos bastidores, o árbitro não relatou a agressão na súmula, e Garrincha foi absolvido por 5 votos a 2, recebendo apenas uma advertência.
  • Em 2026, o comitê disciplinar da Fifa anulou a suspensão de Folarin Balogun, deixando-o à disposição dos EUA para enfrentar a Bélgica nas oitavas, com base no Artigo 27 do Código Disciplinar.

A FIFA suspendeu o cartão vermelho de Folarin Balogun, atacante dos Estados Unidos, após a vitória sobre a Bósnia. O comitê disciplinar anulou o efeito da punição, liberando o jogador para a partida contra a Bélgica pelas oitavas de final. A decisão foi embasada em um parecer do Código Disciplinar da entidade.

A liberação permite que Balogun esteja à disposição da seleção norte‑americana no confronto com a Bélgica. O comunicado oficial cita o Artigo 27 do FDC, que suspende a implementação da suspensão automática por um período probatório de um ano. Assim, o atacante pode atuar normalmente no duelo decisivo.

Na Copa do Mundo de 1962, Garrincha teve trajetória semelhante em termos de punição, mas com desfecho diferente. Expulso na semifinal contra o Chile, o atacante foi liberado para a decisão diante da Tchecoslováquia após julgamento. A ausência de relatoria da agressão na súmula levou à absolvição por 5 votos a 2 e apenas uma advertência, possibilitando ao brasileiro conquistar o bicampeonato pelo Brasil.

Garrincha na final de 1962

O episódio histórico ocorreu em um contexto sem suspensão automática na época. Dirigentes brasileiros atuaram nos bastidores para sustentar a absolvição, argumentando falhas no relatório do árbitro. A decisão da FIFA, na época, manteve Garrincha em campo na final, contribuindo para o título brasileiro.

O caso do atacante norte‑americano, com a anulação da suspensão mediante o FDC, mostra como procedimentos disciplinários evoluíram ao longo das décadas. Em ambos os casos, a definição sobre a participação em partidas importantes depende de interpretações jurídicas e de evidências disponíveis.

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