- Mauro Cezar Pereira afirmou que a eliminação do Brasil era previsível e avaliou o trabalho de Carlo Ancelotti como aquém do esperado.
- O comentarista destacou que a seleção repetiu uma proposta de pouca posse de bola e de transições rápidas, mesmo após seis dias de treino antes da partida.
- Segundo ele, o ciclo de gestão e as decisões dentro de campo pesaram para o resultado, mantendo a ideia de dar a bola ao adversário e buscar gols em roubos perto da área.
- Ele observou que o Brasil ficou dependente de acelerar o jogo a partir de roubos, em contraste com o volume de passes da Noruega, que dominou a posse.
- Também questionou a condução da convocação de Neymar, dizendo que a entrada do camisa 10 coincidiu com a Noruega passar a dominar mais o jogo, contribuindo para os gols.
Mauro Cezar Pereira avaliou a participação do Brasil na Copa do Mundo como previsível e criticou o desempenho do técnico Carlo Ancelotti. A análise foi publicada no canal Posse de Bola, do Portal UOL.
Segundo o comentarista, a seleção manteve a proposta de jogo com baixa posse de bola, apostando em transições rápidas contra a Noruega. Mesmo com seis dias de preparação entre as partidas, não houve mudança no modelo, o que, para ele, pesou no resultado.
Pereira apontou que o time ficou dependente de roubar a bola para acelerar as ações, ao contrário do adversário, que dominou a posse. A leitura é de que o problema envolve filosofia de jogo, não apenas a geração de jogadores.
O comentarista também criticou a condução da convocação de Neymar. Ele afirmou que a entrada do camisa 10 coincidiu com o momento em que a Noruega passou a dominar mais o jogo, especialmente na etapa final, contribuindo para a queda do Brasil.
Ainda segundo a avaliação, Neymar entrou em campo em meio a um contexto de montagem da equipe, enquanto o time adversário avançava no campo de ataque. A partir daí, foram registrados os gols que fecharam o placar da partida.
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