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Jornal questiona Seleção após queda na Copa: mais marca que time?

Após eliminação para a Noruega, The Guardian questiona se o Brasil é mais marca que time; seca mundial chega a 28 anos e impõe desafio para 2030

Jornal britânico questiona Seleção após eliminação para a Noruega: "É mais uma marca do que um time?" — Foto: Reprodução/The Guardian
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  • O Brasil foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo ao perder por 2 a 1 para a Noruega.
  • The Guardian questiona se a Seleção é mais uma marca do que um time, afirmando que o futebol apresentado foi “comum” e inseguro.
  • O texto lembra que o Brasil é referência histórica no futebol, mas não atende aos seus padrões há algum tempo, marcando três eliminações consecutivas antes das semifinais de uma Copa.
  • Haaland foi decisivo, enquanto Vinicius Júnior protagonizou as principais jogadas ofensivas; o pênalti do primeiro tempo não foi cobrado por Vinicius Júnior.
  • Endrick e Neymar entraram no segundo tempo sem alterar o panorama, e a derrota amplia para 28 anos o jejum de títulos mundiais, com a próxima Copa marcada para 2030 daqui a cerca de 1.500 amanhãs.

O jornal britânico The Guardian questionou a condição da Seleção Brasileira após a eliminação nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em confronto contra a Noruega. A derrota por 2 a 1 motivou uma análise que descreve o time como exibindo um futebol “comum” e “inseguro”, levantando a antiga reflexão: a seleção é mais uma marca que um time de alto desempenho?

A reportagem destaca que, apesar da tradição e do prestígio, o Brasil não corresponde aos seus padrões há anos. Lembra que o último título foi a Copa América de 2019, e aponta três eliminações seguidas sem avançar até as semifinais de uma Copa do Mundo. O texto reforça a distância entre a imagem histórica e a performance recente.

Sobre o duelo com a Noruega, o Guardian aponta oportunidades perdidas e a atuação de Haaland como diferencial. Indica que as principais jogadas ofensivas passaram por Vinicius Jr., sem que ele cobrasse o pênalti no primeiro tempo. Endrick e Neymar entraram no segundo tempo sem alterar o panorama.

A publicação analisa ainda a estratégia do treinador Carlo Ancelotti, criticando a montagem tática que, segundo o texto, explorou falhas adversárias sem aproveitar plenamente as oportunidades criadas. A conclusão é que há um hiato entre o conceito de excelência e a realidade do time no torneio.

Contexto histórico e impacto

Com a eliminação, o Brasil encerra a Copa do Mundo de 2026 sem hexacampeonato. O jejum mundial chega a 28 anos, superando o intervalo entre 1970 e 1994, de 24 anos, marcando a maior seca da história da seleção na competição. A próxima edição, em 2030, terá passado quase três décadas desde a última taça.

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