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Como foi o UFC na última vez em que Adesanya não disputou o cinturão

Retorno de Adesanya ao Octógono ocorre pela primeira vez desde 2019 sem luta pelo cinturão, abrindo o card principal do UFC Arábia Saudita

Israel Adesanya of Nigeria prepares to fight Alex Pereira of Brazil in the UFC middleweight championship bout during the UFC 281 event at Madison Square Garden on November 12, 2022 in New York City. (Photo by Jeff Bottari/Zuffa LLC)
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  • Israel Adesanya retorna ao Octógono neste sábado, enfrentando Nassourdine Imavov na luta principal do UFC Arábia Saudita; transmissão pelo UFC Fight Pass a partir das 11h (horário de Brasília).
  • Esta é a primeira pelea de Adesanya sem cinturão em jogo desde fevereiro de 2019, quando derrotou Anderson Silva no UFC 234.
  • Em 2019, Adesanya tinha 16-0 no MMA e consolidava seu rótulo de promessa a possível legado histórico no UFC.
  • Naquele período, alguns campeões atuais ainda não haviam estreado no UFC, como Alex Pereira, Dricus Du Plessis, Ilia Topuria e Tom Aspinall.
  • O texto relembra o cenário dos títulos da época, com divisões dominadas por nomes como Henry Cejudo (peso mosca), TJ Dillashaw (peso galo), Max Holloway (peso pena), Khabib Nurmagomedov (peso leve) e outros.

O ex-campeão peso-médio Israel Adesanya volta ao Octógono neste sábado, quando enfrenta Nassourdine Imavov na luta principal do UFC Arábia Saudita. O evento ocorre neste 1° de fevereiro de 2025 e terá transmissão ao vivo exclusiva pelo UFC Fight Pass a partir das 11h, no horário de Brasília. Aarena fica em Riade, na Arábia Saudita.

Esta é a primeira luta de Adesanya sem a defesa de cinturão desde fevereiro de 2019. Naquele UFC 234, ele enfrentou Anderson Silva no card principal e saiu vitorioso por decisão unânime, reforçando o peso-médio na elite do UFC. Na época, Adesanya somava 12 lutas no UFC e 16-0 no MMA.

Campeões da época

Alguns atuais campeões ainda não tinham feito suas estreias no Octógono. Alex Pereira, por exemplo, só chegou ao UFC em 2021 e hoje detém o título meio-pesado. Dricus Du Plessis, Ilia Topuria e Tom Aspinall também não eram campeões na ocasião.

Naquele momento, o UFC tinha nomes consagrados no topo das divisões masculinas, como Henry Cejudo no peso-mosca, TJ Dillashaw no peso-galo e Max Holloway no peso-pena. Entre os leves, Khabib Nurmagomedov era invicto, enquanto Jon Jones triunfava no peso-meio-pesado. No peso-pesado, Daniel Cormier governava a categoria.

Cenário de divisões femininas

Entre as mulheres, Rose Namajunas era a campeã dos palha, Valentina Shevchenko liderava o peso-mosca e Amanda Nunes detinha os títulos dos pesos galo e pena, consolidada como uma das maiores da história ao vencer Cyborg no peso-pena.

Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno ainda não tinham iniciado a histórica tetralogia de confrontos entre si. Outras mudanças marcantes incluíam a distância de lutadores como Pantoja e Makhachev do topo de suas categorias, ainda em fases iniciais de suas trajetórias.

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