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Horner afirma que saída de Herbert não está relacionada a Verstappen

- A FIA anunciou a saída de Johnny Herbert como comissário de F1 por incompatibilidade. - Christian Horner defendeu que a saída não está ligada a Max Verstappen. - Herbert criticou Verstappen durante sua atuação como steward no GP do México. - Reunião entre pilotos e FIA discutiu melhorias nas diretrizes para 2025. - Zak Brown propôs a criação de stewards pagos e em tempo integral para a F1.

Christian Horner, chefe da equipe Red Bull, afirmou que Max Verstappen não teve influência na saída de Johnny Herbert como comissário de F1. A FIA anunciou na quarta-feira que Herbert, de 60 anos, não fará mais parte do grupo de ex-pilotos devido à incompatibilidade entre seu trabalho na mídia e suas funções como comissário. Herbert […]

Christian Horner, chefe da equipe Red Bull, afirmou que Max Verstappen não teve influência na saída de Johnny Herbert como comissário de F1. A FIA anunciou na quarta-feira que Herbert, de 60 anos, não fará mais parte do grupo de ex-pilotos devido à incompatibilidade entre seu trabalho na mídia e suas funções como comissário. Herbert havia criticado Verstappen durante a corrida do Grande Prêmio da Cidade do México em outubro, o que gerou reações negativas do piloto e de seu pai, Jos.

Horner destacou que a decisão da FIA não está relacionada a Verstappen, mas concordou que é importante separar as funções de comissários e de profissionais da mídia. Ele enfatizou que, em outros esportes profissionais, como o futebol, essa distinção é mantida. “Você não pode ter um pé em cada lado”, afirmou Horner durante os Autosport Awards.

Em uma declaração no Instagram, Herbert expressou que apreciou seu papel como comissário, reconhecendo a dificuldade da função e a necessidade de decisões difíceis. Ele garantiu que os comissários continuarão a tratar todos com respeito e imparcialidade.

A questão da arbitragem na F1 se tornou um tema recorrente em 2024, levando os pilotos a se reunirem com a FIA para discutir diretrizes sobre corridas lado a lado. Zak Brown, CEO da McLaren, sugeriu que a situação poderia melhorar com comissários pagos e em tempo integral, argumentando que isso traria mais consistência e flexibilidade nas decisões.

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