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Fórmula E inova com pit boost e logística sustentável em sua 11ª temporada

- A Fórmula E, em sua 11ª temporada, combina sustentabilidade e velocidade. - Em Jidá, foi introduzido o "pit boost", aumentando a potência em 10%. - Lucas di Grassi destaca que a recarga muda a estratégia das corridas. - Logística otimizada visa reduzir 5.500 toneladas de emissões de carbono. - A Fórmula E recicla materiais e compra créditos de carbono para neutralidade.

A Fórmula E, em sua 11ª temporada, destaca-se por unir sustentabilidade, tecnologia e velocidade. A competição de carros elétricos da FIA visa neutralizar a emissão de carbono sem sacrificar a performance. Neste ano, o carro mais veloz da categoria acelera de 0 a 96 km/h em apenas 1,82 segundos, superando em 30% qualquer monoposto da […]

A Fórmula E, em sua 11ª temporada, destaca-se por unir sustentabilidade, tecnologia e velocidade. A competição de carros elétricos da FIA visa neutralizar a emissão de carbono sem sacrificar a performance. Neste ano, o carro mais veloz da categoria acelera de 0 a 96 km/h em apenas 1,82 segundos, superando em 30% qualquer monoposto da Fórmula 1. Além disso, a tecnologia permite a reversão de até 50% da energia consumida durante as corridas.

Hoje, em Jidá, na Arábia Saudita, acontece a terceira e quarta etapas da temporada, onde os pilotos contarão com o pit boost, uma parada para recarregar a bateria durante a corrida. Lucas di Grassi, único brasileiro na competição, ressalta que essa recarga de 10% de potência extra pode mudar a estratégia das corridas, influenciando o consumo de energia e o controle da bateria.

Para reduzir a emissão de poluentes, a Fórmula E implementou uma logística multimodal para o transporte dos equipamentos, visando economizar 5.500 toneladas de carbono na temporada. Julia Pallé, vice-presidente de sustentabilidade, explica que a otimização do frete foi alcançada ao reduzir o volume em mais de 80 toneladas, utilizando dois aviões de carga em vez de três.

A competição também se preocupa com a gestão de resíduos, especialmente os minerais das baterias. Pallé destaca a importância da reciclagem e do descarte correto dos materiais. Apesar das iniciativas, a Fórmula E ainda emite poluentes e compensa as emissões inevitáveis por meio da compra de créditos padrão ouro no setor de energia renovável. Com 16 etapas programadas, incluindo uma em São Paulo, a expansão do campeonato é considerada, mas com cautela, para não comprometer a logística sustentável.

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