O tenista Jannik Sinner, atual número um do mundo, aceitou uma suspensão de três meses após admitir que erros de sua equipe resultaram em dois testes positivos para a substância proibida clostebol, ocorridos em março do ano passado. A suspensão, que vai de 9 de fevereiro a 4 de maio, permitirá que Sinner participe do […]
O tenista Jannik Sinner, atual número um do mundo, aceitou uma suspensão de três meses após admitir que erros de sua equipe resultaram em dois testes positivos para a substância proibida clostebol, ocorridos em março do ano passado. A suspensão, que vai de 9 de fevereiro a 4 de maio, permitirá que Sinner participe do Aberto da França, programado para começar em 25 de maio em Roland Garros.
Em sua declaração, Sinner afirmou que a Agência Mundial Antidoping (Wada) reconheceu que ele “não tinha intenção” de trapacear e que não obteve vantagem competitiva com os testes positivos. O tenista, campeão do Aberto da Austrália, explicou que o clostebol entrou em seu organismo devido ao uso de um spray por seu fisioterapeuta durante um tratamento para um corte.
Sinner comentou sobre a longa espera pelo desfecho do caso, que se arrastou por quase um ano, e destacou a importância das regras da Wada para a proteção do esporte. Ele aceitou a oferta da Wada para resolver a situação com uma sanção de três meses, reconhecendo sua responsabilidade pelas ações de sua equipe.
Com o acordo firmado, Sinner poderá competir no Aberto de Roma, que acontece logo após o término de sua suspensão, sendo este o último grande torneio de saibro antes do Aberto da França. A Wada reiterou que Sinner não tinha intenção de trapacear, mas que ele deve cumprir a suspensão devido à responsabilidade que possui sobre sua equipe.
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