Novak Djokovic solicitou nesta segunda-feira uma revisão do sistema antidoping no tênis, destacando “inconsistências” no tratamento de jogadores como Jannik Sinner e Iga Swiatek, além de atletas de menor classificação. A Agência Mundial Antidoping (WADA) anunciou um acordo com Sinner, que testou positivo para clostebol, resultando em uma suspensão de três meses. O italiano, de […]
Novak Djokovic solicitou nesta segunda-feira uma revisão do sistema antidoping no tênis, destacando “inconsistências” no tratamento de jogadores como Jannik Sinner e Iga Swiatek, além de atletas de menor classificação. A Agência Mundial Antidoping (WADA) anunciou um acordo com Sinner, que testou positivo para clostebol, resultando em uma suspensão de três meses. O italiano, de 23 anos e três vezes campeão de Grand Slam, poderá retornar às competições em maio, antes de Roland Garros.
A WADA também decidiu não apelar da suspensão de um mês imposta a Swiatek, que testou positivo para trimetazidina, um medicamento cardíaco proibido. Djokovic, que se encontra em Doha para competições de duplas, expressou descontentamento com o processo, afirmando que “a maioria dos jogadores não acha que é justo” e que há um sentimento de favoritismo nas decisões antidoping.
O tenista sérvio, atualmente na sétima posição do ranking, ressaltou que “há muitas inconsistências entre os casos” e que o sistema antidoping precisa ser reavaliado, pois “não funciona” adequadamente. Ele enfatizou que este é o momento certo para abordar essas questões, dado o impacto que as decisões têm sobre os atletas.
A Associação de Jogadores de Tênis Profissionais (PTPA), cofundada por Djokovic, já havia denunciado um “viés inaceitável” nas decisões das autoridades antidoping, reforçando a necessidade de uma revisão no sistema. A situação levanta preocupações sobre a equidade no tratamento de jogadores em diferentes níveis de classificação.
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