João Fonseca não conseguiu avançar para as fases finais do Rio Open, mas sua presença já atraiu uma grande quantidade de fãs e jornalistas, indicando um futuro promissor para o torneio. Durante sua participação, cambistas chegaram a vender ingressos por R$ 2.500, evidenciando a popularidade do evento. Diante da alta demanda, a organização considera a […]
João Fonseca não conseguiu avançar para as fases finais do Rio Open, mas sua presença já atraiu uma grande quantidade de fãs e jornalistas, indicando um futuro promissor para o torneio. Durante sua participação, cambistas chegaram a vender ingressos por R$ 2.500, evidenciando a popularidade do evento. Diante da alta demanda, a organização considera a construção de um novo estádio com capacidade para 12.400 lugares, o que dobraria a atual lotação de 6.200.
A venda antecipada de ingressos foi um sucesso, com a expectativa de que o torneio possa atingir 10 mil espectadores por rodada em um curto espaço de tempo. No entanto, a infraestrutura atual ainda apresenta desafios, como a circulação limitada do público e a insuficiência de arquibancadas nas quadras secundárias, que atraem grandes filas, especialmente durante o qualificatório gratuito.
Atualmente, o Rio Open consegue reunir até 8 mil pessoas diariamente no Jockey Club, mas a venda de ingressos é restrita devido a compromissos com patrocinadores, que consomem de 40% a 50% da capacidade total. A IMM, organizadora do evento, estuda a possibilidade de construir um novo estádio no centro do hipódromo, transformando a quadra principal em um segundo espaço para 5 mil espectadores.
Embora a mudança para o Parque Olímpico seja uma opção, ela enfrenta resistência, pois o local não atende às exigências da ATP e a troca de piso para saibro seria necessária. Apesar dos desafios, o Rio Open se consolidou como um evento de sucesso, atraindo patrocinadores e oferecendo uma experiência de alto nível, com a IMM buscando equilibrar crescimento e qualidade.
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