A ex-número um do mundo e tricampeã de Grand Slam, Angelique Kerber, expressou suas preocupações sobre o futuro do tênis feminino na Alemanha. Em entrevista à RTL, ela destacou a necessidade de paciência com a nova geração de jogadoras, afirmando que pode levar duas ou três gerações até que surjam talentos que brilhem novamente. Kerber, […]
A ex-número um do mundo e tricampeã de Grand Slam, Angelique Kerber, expressou suas preocupações sobre o futuro do tênis feminino na Alemanha. Em entrevista à RTL, ela destacou a necessidade de paciência com a nova geração de jogadoras, afirmando que pode levar duas ou três gerações até que surjam talentos que brilhem novamente. Kerber, que fez parte de uma era forte ao lado de jogadoras como Andrea Petkovic e Sabine Lisicki, acredita que, apesar da atual escassez de talentos, o país verá novas estrelas no futuro.
Atualmente, apenas três tenistas alemãs estão no top 100 da WTA, e nenhuma delas está entre as 70 melhores. As jogadoras Tatjana Maria e Laura Siegemund, com 37 e 38 anos respectivamente, estão em fase final de carreira. A única jovem promissora é Eva Lys, que recentemente alcançou a 77ª posição no ranking, a melhor de sua carreira, após uma boa campanha no Australian Open e em Dubai.
Kerber elogiou o desempenho de Lys, ressaltando a importância de que ela mantenha um jogo sólido. A ex-jogadora, que se aposentou após os Jogos Olímpicos de Paris, acredita que existem jovens talentos na Alemanha que podem se destacar no futuro. Ela enfatizou que o tempo é um fator crucial para o desenvolvimento dessas atletas, que podem trazer novas conquistas ao tênis feminino do país.
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