João Fonseca, tenista brasileiro, tem chamado a atenção no circuito profissional com seu forehand, descrito como “feroz, temível e assustador” pela Associação dos Tenistas Profissionais (ATP). Em uma análise da série “Beyond the Numbers”, Fonseca apresentou uma velocidade média de 130 km/h em seu forehand, superando a média do tour, que é de 122 km/h. […]
João Fonseca, tenista brasileiro, tem chamado a atenção no circuito profissional com seu forehand, descrito como “feroz, temível e assustador” pela Associação dos Tenistas Profissionais (ATP). Em uma análise da série “Beyond the Numbers”, Fonseca apresentou uma velocidade média de 130 km/h em seu forehand, superando a média do tour, que é de 122 km/h. Além disso, sua taxa de rotação da bola é de 3019 rotações por minuto, também acima da média de 2844 rpm do circuito.
Apesar de sua potência, Fonseca ainda não se destaca na qualidade geral do golpe, recebendo uma nota de 7,5. Isso se deve à sua consistência e precisão, que estão em desenvolvimento. Ele acertou 81% de seus forehands, ligeiramente abaixo da média de 83% do tour, e apenas 22% dos golpes a um metro da linha lateral, enquanto a média é de 27%. No entanto, a análise indica que sua direita está em ascensão, com uma nota de 9,8 na final do ATP 250 de Buenos Aires.
Mark Petchey, ex-número um britânico, elogiou o estilo de jogo de Fonseca, comparando-o ao de Carlos Alcaraz, destacando sua ousadia em momentos decisivos. Petchey observou que, embora a potência de Fonseca seja impressionante, ele deve moderar a velocidade em situações críticas para evitar erros. O francês Arthur Fils, que enfrentou Fonseca em várias ocasiões, também reconheceu o “easy power” do brasileiro, que permite a ele gerar força sem esforço excessivo.
Com apenas 18 anos, Fonseca já acumula mais títulos do que lendas como Federer, Nadal e Djokovic em sua idade. Sua capacidade de gerar potência e velocidade com o forehand promete um futuro promissor no tênis profissional, à medida que ele continua a aprimorar sua técnica e consistência.
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