A Represa do Lobo, em Itirapina, foi um lugar especial para Ayrton Senna, onde ele passava momentos de lazer com amigos e familiares. Durante três anos, esse local serviu como um refúgio para o piloto, que se desconectava da pressão das corridas. Senna costumava se reunir com a ex-namorada Adriane Yamin e outros amigos para churrascos e diversão. Ele se sentia à vontade ali, longe da fama, e aproveitava para relaxar e brincar, especialmente nas águas do Rio Jacaré Guaçu. Adriane lembra que Senna trazia seu aeromodelo e se divertia como uma criança. Ele faleceu em 1994, mas as lembranças desses momentos ainda emocionam aqueles que estiveram próximos a ele.
Durante três anos, a Represa do Lobo, em Itirapina, foi um refúgio para o tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna. Localizada a 323 quilômetros de São Paulo, a represa era um espaço de lazer onde Senna se desconectava da pressão das corridas.
O local, conhecido por atrair turistas, era palco de encontros e churrascos com amigos e familiares da ex-namorada Adriane Yamin. O relacionamento entre Senna e Adriane durou de janeiro de 1985 a novembro de 1988, período em que o piloto conquistou seu primeiro título mundial. Segundo Adriane, Senna visitava a represa com frequência, onde “se esquecia” dos adversários e das pistas.
Momentos de Lazer
Na Represa do Lobo, Senna aproveitava atividades recreativas, como voar com seu aeronave de aeromodelo. Adriane relembra que o local era um “paraíso” para o piloto, que se divertia com amigos e familiares. “Era um playground. Ele vinha para descansar a cabeça e o corpo”, afirmou.
Senna faleceu em 1º de maio de 1994, após um acidente na curva Tamburello, no Circuito de Imola, na Itália. Três décadas depois, a lembrança do ídolo ainda emociona amigos, como a bailarina Heloisa Abdelnur, que participava das reuniões na represa. A conexão de Senna com esse espaço revela um lado mais pessoal do piloto, longe das câmeras e da pressão das competições.
Entre na conversa da comunidade