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Jiu-jitsu brasileiro cresce nos EUA com 3 mil academias e mercado em expansão

O crescimento do Brazilian Jiu-Jitsu nos EUA reflete a influência da família Gracie e a demanda por professores qualificados.

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O Brazilian Jiu-Jitsu (BJJ) se tornou muito popular nos Estados Unidos, com cerca de 3 mil academias no país. A Barra Gracie, uma das principais redes, possui 400 unidades em lugares como Califórnia e Flórida. O aumento do BJJ é impulsionado pela procura por professores brasileiros, que podem ganhar entre 50 mil e 150 mil dólares por ano. Paulo Vittorino, um mineiro que vive na Flórida, é um exemplo de sucesso, tendo aprendido na Barra Gracie e se tornado sócio de uma academia. Ele acredita que vencer é a melhor forma de promover o jiu-jitsu. A história do BJJ começou na década de 1910, quando os irmãos Gracie conheceram o mestre japonês Mitsuyo Maeda. Carlos Gracie foi o primeiro a aprender e começou a ensinar no Rio de Janeiro. Os Desafios Gracie foram criados para mostrar a eficácia do jiu-jitsu. Helio Gracie adaptou a técnica para que mais pessoas pudessem praticar. Na década de 1970, Rorion Gracie levou o jiu-jitsu para a Califórnia e ajudou a criar o Ultimate Fighting Championship (UFC), que popularizou ainda mais a arte marcial. O sucesso de Royce Gracie no primeiro UFC ajudou a consolidar a reputação do BJJ. Em 1986, Carlos Gracie Jr. fundou a Gracie Barra, que hoje tem mais de mil academias em 40 países, com um método de ensino padronizado e programas para diferentes idades e habilidades.

O Brazilian Jiu-Jitsu (BJJ) tem se consolidado como uma das artes marciais mais populares nos Estados Unidos, com cerca de 3 mil academias espalhadas pelo país. A Barra Gracie, uma das principais redes, já conta com 400 unidades em grandes centros urbanos, como Califórnia e Flórida. O crescimento do BJJ é impulsionado pela demanda por professores brasileiros, que podem ganhar entre US$ 50 mil e US$ 150 mil anuais.

O mineiro Paulo Vittorino, que vive nos EUA desde os 22 anos, é um exemplo do sucesso que a prática pode proporcionar. Ele aprendeu na Barra Gracie e hoje é sócio de uma academia na Flórida. Vittorino destaca a importância das vitórias como propaganda: “Vencer é a melhor propaganda possível”, afirma. O legado da família Gracie, que começou no Brasil, é fundamental para entender a popularidade do BJJ.

A história do BJJ remonta à década de 1910, quando os irmãos Gracie conheceram o mestre japonês Mitsuyo Maeda. Carlos Gracie, o primeiro a aprender, começou a ensinar a técnica no Rio de Janeiro. Os famosos Desafios Gracie foram criados para demonstrar a eficácia do jiu-jitsu contra outras artes marciais. Helio Gracie, irmão de Carlos, adaptou a técnica para torná-la acessível a todos, independentemente da força física.

Na década de 1970, Rorion Gracie levou o jiu-jitsu para a Califórnia, onde começou a dar aulas em sua garagem. Ele foi um dos responsáveis pela criação do Ultimate Fighting Championship (UFC), que ajudou a popularizar o BJJ em combates reais. O sucesso de Royce Gracie no primeiro UFC solidificou a reputação da arte marcial.

Em 1986, Carlos Gracie Jr. fundou a Gracie Barra, que hoje possui mais de mil academias em 40 países. A rede mantém um método de ensino padronizado, atraindo alunos com programas específicos para diferentes faixas etárias e níveis de habilidade. A formação de lutadores campeões é um dos principais atrativos das academias, que seguem o legado da família Gracie.

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