Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Padre e comunidade promovem inclusão do tênis em projeto social na Zona Norte

Padre Diogenes Araújo Soares integra projeto que populariza o tênis na Zona Norte do Rio, promovendo inclusão e acessibilidade ao esporte.

0:00
Carregando...
0:00

O padre Diogenes Araújo Soares, de 54 anos, se juntou ao projeto “Pratique Tênis em Pilares”, que busca popularizar o tênis na Zona Norte do Rio de Janeiro. Ele pratica o esporte com pessoas de diferentes idades e crenças, como o entregador Matheus e o músico Fábio. O projeto, criado por Artur Ricardo, é realizado em um espaço cedido pela prefeitura e não exige uniforme ou raquete para participar. As mensalidades são a partir de R$ 100, mas quem não pode pagar é bem-vindo. O objetivo é tornar o tênis acessível a todos, mudando a imagem do bairro, que é mais conhecido pelo samba. O projeto já teve mais de 80 alunos adultos e, apesar de ter começado focado em crianças, mudou seu público após a pandemia. O padre, que já jogava beach tênis em Fortaleza, vê sua presença como um sinal de inclusão e alegria para os participantes.

O projeto “Pratique Tênis em Pilares” visa popularizar o tênis na Zona Norte do Rio de Janeiro, reunindo pessoas de diversas idades e profissões. O padre Diogenes Araújo Soares, de 54 anos, se juntou à iniciativa, promovendo inclusão e acessibilidade no esporte.

O sacerdote, que já praticava beach tênis em Fortaleza, agora treina com alunos de diferentes crenças e idades. Atualmente, o projeto conta com mais de 80 alunos, todos adultos. O padre foi apresentado ao projeto por Evandro Carvalho do Lago, contador aposentado e membro de sua paróquia.

Inclusão e Acessibilidade

O projeto, criado por Artur Ricardo, de 54 anos, funciona em um espaço cedido pela prefeitura. Não há exigência de uniforme, e os interessados podem participar mesmo sem raquete. As mensalidades começam em R$ 100,00, mas há flexibilidade para quem não pode pagar. Artur destaca que a ideia é tornar o tênis acessível a todos.

O projeto já atraiu mais de duas mil pessoas desde sua fundação em 2010. Inicialmente focado em crianças e adolescentes, ele se adaptou após a pandemia, mudando seu público-alvo. O churrasqueiro Manoel da Silva Pimenta, de 46 anos, elogia a iniciativa, afirmando que o tênis representa saúde e qualidade de vida.

Impacto Social

O padre Diogenes, que também pratica vôlei, considera sua presença no projeto um sinal de inclusão. Ele observa que as pessoas ficam surpresas e alegres ao vê-lo praticando esporte. O projeto é uma das poucas opções na região para aspirantes a tenistas e já recebeu doações significativas, como mais de 1.500 raquetes do Fluminense Football Club.

A iniciativa, que já foi tema de um enredo da escola mirim Inocentes da Caprichosos, continua a crescer e a promover o tênis como uma atividade acessível e inclusiva na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais