Após o GP do Canadá, a Red Bull protestou contra a vitória de George Russell, alegando que ele cometeu irregularidades durante a corrida, especialmente em relação ao safety car. Os comissários rejeitaram a reclamação. Toto Wolff, chefe da Mercedes, chamou o protesto de “petty” e “embaraçoso”, lembrando que a Red Bull já havia feito uma reclamação semelhante em Miami, que também foi descartada. Ele criticou a demora da Red Bull em apresentar o protesto, que levou duas horas após a corrida, e defendeu que a vitória de Russell foi justa. Christian Horner, chefe da Red Bull, defendeu a decisão de protestar e disse que a equipe não se arrepende, afirmando que é seu direito questionar decisões. Russell minimizou a situação, chamando o protesto de “perda de tempo” e disse que até Verstappen parecia indiferente ao que aconteceu. O próximo desafio será o GP da Áustria, que acontecerá de 27 a 29 de junho.
Red Bull e Mercedes se enfrentam em protesto após GP do Canadá
A disputa entre Red Bull e Mercedes ganhou novos contornos após o GP do Canadá, onde a equipe da Red Bull protestou contra a vitória de George Russell. O protesto alegou irregularidades na condução do piloto britânico, incluindo comportamento antidesportivo durante o safety car. A reclamação foi rejeitada pelos comissários.
Toto Wolff, chefe da Mercedes, classificou o protesto como “petty” e “embaraçoso”, destacando que a Red Bull já havia feito uma reclamação semelhante em Miami, que também foi descartada. Wolff criticou a demora da Red Bull em apresentar o protesto, afirmando que a equipe levou duas horas para agir após a corrida. Ele ressaltou que a vitória de Russell foi justa e que a FIA deveria reavaliar as alegações da Red Bull.
Christian Horner, chefe da Red Bull, defendeu a decisão de protestar, afirmando que a equipe não tem arrependimentos. Ele enfatizou que é um direito da equipe questionar decisões e que, ao perceber algo irregular, optaram por levar a questão aos comissários. Horner também comentou sobre as chances de Max Verstappen conquistar seu quinto título mundial, afirmando que ainda há muito campeonato pela frente.
Russell, por sua vez, minimizou a situação, considerando o protesto uma “perda de tempo”. Ele mencionou que até Verstappen parecia alheio ao protesto e que a situação acabou sendo um incômodo para todos os envolvidos. O piloto se mostrou focado em seu desempenho e na continuidade da temporada.
Com o próximo desafio na Europa, o GP da Áustria está agendado para os dias 27 a 29 de junho, onde as equipes buscarão se recuperar e se destacar na competição.
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