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Mateo Reyes e mais dois atletas são flagrados em doping no challenger de Bogotá

Três tenistas, incluindo Mateo Barreiros Reyes, são suspensos após testarem positivo para boldenona no challenger de Bogotá.

Foto: Reprodução
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  • O challenger de Bogotá, realizado em maio de 2025, teve três tenistas suspensos por doping.
  • O brasileiro Mateo Barreiros Reyes, de 24 anos, testou positivo para boldenona, assim como o peruano Conner Huertas del Pino, de 29 anos, e o colombiano Andrés Urrea, de 30 anos.
  • Os exames foram realizados em 14 de maio e a Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) notificou os atletas sobre a violação em 7 de julho de 2025.
  • Os tenistas receberam suspensões provisórias automáticas e podem solicitar a revogação, mas nenhum deles fez esse pedido até o momento.
  • O caso ocorre após o tenista paulista Nicolas Zanellato ter sido inocentado no ano anterior por contaminação alimentar após testar positivo para a mesma substância.

Londres (Inglaterra) – O challenger de Bogotá, realizado em maio de 2025, foi marcado por casos de doping. A Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) anunciou que o brasileiro Mateo Barreiros Reyes, de 24 anos, e outros dois tenistas testaram positivo para boldenona, uma substância anabolizante proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada).

Os outros jogadores envolvidos são o peruano Conner Huertas del Pino, de 29 anos, e o colombiano Andrés Urrea, de 30 anos. Todos os três forneceram amostras positivas em exames realizados no dia 14 de maio. Em 7 de julho de 2025, a ITIA notificou os atletas sobre a violação das regras antidoping, resultando em suspensões provisórias automáticas.

Os tenistas têm a opção de solicitar ao Presidente do Tribunal Independente a revogação de suas suspensões, mas até o momento, nenhum deles fez tal pedido. Este incidente ocorre em um contexto em que o tenista paulista Nicolas Zanellato já havia enfrentado uma situação semelhante no ano anterior, quando testou positivo para a mesma substância durante o challenger de Ibagué, na Colômbia.

Zanellato alegou que a boldenona entrou em seu organismo devido a contaminação alimentar, uma vez que o uso dessa substância é comum e legal na criação de gado na Colômbia. Após investigação, a ITIA concluiu que ele não teve culpa ou negligência e foi inocentado. A situação atual levanta preocupações sobre a integridade do esporte e a necessidade de rigor nas práticas antidoping.

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