- Jannik Sinner, número 1 do mundo, se recupera de uma gripe que afetou seu desempenho na final em Cincinnati.
- O tenista fará sua estreia no US Open contra Vit Kopriva, 87º do ranking, em um confronto inédito.
- Se avançar, Sinner pode enfrentar Alexei Popyrin, Tommy Paul ou Alexander Bublik nas rodadas seguintes.
- O segundo quadrante da chave conta com Jack Draper e Lorenzo Musetti, enquanto Alexander Zverev é o principal nome do outro setor da chave.
- Zverev começará sua campanha contra Alejandro Tabilo e pode encontrar adversários como Roberto Bautista ou Félix Aliassime nas fases seguintes.
Nova York (EUA) – O número 1 do mundo, Jannik Sinner, está se recuperando de uma gripe que afetou seu desempenho na final em Cincinnati e se prepara para o US Open, que começa neste domingo. Sinner fará sua estreia contra o tcheco Vit Kopriva, 87º do ranking, em um confronto inédito.
Caso avance, Sinner pode enfrentar adversários desafiadores, como o australiano Alexei Popyrin, que deve superar Emil Ruusuvuori na primeira rodada. O próximo cabeça de chave na trajetória de Sinner pode ser o norte-americano Tommy Paul, que não vive um bom momento, ou o imprevisível Alexander Bublik. O cazaque, que não participou dos torneios preparatórios, terá um início complicado contra o croata Marin Cilic, campeão de 2014.
Caminho para as Oitavas
O segundo quadrante da chave é bastante competitivo. O cabeça 5, Jack Draper, retorna ao circuito após contusão em Wimbledon e pode encontrar o italiano Lorenzo Musetti, que estreia contra o francês Giovanni Perricard. O também italiano Flavio Cobolli pode enfrentar Jenson Brooksby na segunda rodada, aumentando a dificuldade para Sinner.
No lado oposto da chave, o alemão Alexander Zverev, vice-campeão do US Open em 2020, é o principal candidato à semifinal. Zverev começará sua campanha contra o chileno Alejandro Tabilo e pode encontrar adversários como Roberto Bautista ou Félix Aliassime nas fases seguintes. A disputa por uma vaga nas quartas de final pode envolver o australiano Alex de Minaur e o russo Karen Kachanov, ambos bem adaptados à quadra sintética.
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