- Luiz Calixto e Tomas Majetic foram vice-campeões de duplas no torneio juvenil do US Open.
- A final ocorreu contra Ruben Harris e Maximilian Taucher, que venceram por duplo 6/3.
- Calixto já havia conquistado o título de duplas no Australian Open e competido em Roland Garros nesta temporada.
- O Brasil possui sete títulos na categoria juvenil do tênis em cadeira de rodas.
- Vitória Miranda e Calixto não avançaram nas chaves de simples no US Open.
Nova York (EUA) – O tenista mineiro Luiz Calixto e o norte-americano Tomas Majetic foram vice-campeões de duplas no torneio juvenil do US Open. Na final, a dupla enfrentou os britânicos Ruben Harris e Maximilian Taucher, principais cabeças de chave, e foi derrotada por duplo 6/3.
Calixto, de 18 anos, já havia se destacado nesta temporada, conquistando o título de duplas no Australian Open e competindo em Roland Garros. Este foi seu terceiro Grand Slam do ano, uma vez que o torneio de Wimbledon não realiza chaves juvenis para a modalidade de tênis em cadeira de rodas. O Brasil acumula sete títulos na categoria juvenil do tênis em cadeira de rodas.
Trajetória de Superação
A história de Calixto é marcada por superação. Ele foi descoberto nas ruas pelo treinador Leonardo Oliveira, conhecido como Leo Butija. Oliveira encontrou Calixto vendendo paçoca e o convidou para jogar tênis, buscando afastá-lo da vulnerabilidade. “Ele se apaixonou pelo esporte logo nos primeiros contatos”, afirmou o técnico.
Durante sua vitória em Melbourne, Calixto refletiu sobre sua trajetória. “Não via uma oportunidade de jogar em alto rendimento, mas sim de sair da rua. Fui desenvolvendo meu jogo e espero ganhar a vida como jogador profissional”, declarou o tenista.
Desempenho no US Open
Além do desempenho de Calixto, o Brasil teve outros representantes de destaque. A brasiliense Jade Lanai venceu o US Open em simples e duplas em 2022, enquanto Vitória Miranda conquistou títulos na Austrália e em Paris nesta temporada. No entanto, Vitória e Calixto não avançaram nas estreias das chaves de simples no US Open.
O desempenho de Calixto e sua trajetória inspiradora destacam a importância do esporte como ferramenta de inclusão e superação, refletindo o potencial dos atletas brasileiros no cenário internacional.
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