- O terceiro trimestre de 2025 mostrou crescimento impulsionado pela demanda por tênis de corrida e futebol, com vendas de modelos de corrida superiores a 30 por cento, destaque para o Adizero Evo SL, como parte da recuperação iniciada com o rebranding do Samba para reduzir a distância para a Nike.
- Vendas em moeda neutra variaram por região: China 10 por cento, Europa 12 por cento e América do Norte 8 por cento.
- A Adidas enfrenta desafios cambiais, com euro forte e dólar fraco, impactando receitas em mais de € 300 milhões; o CEO Bjoern Gulden mantém foco na recuperação da marca e em parcerias, como a colaboração com o Liverpool FC.
- O portfólio de lifestyle registrou crescimento de 10 por cento, com modelos retrô como Samba e Gazelle, atualizados em cores e materiais; a empresa busca ampliar participação no mercado de corrida, competindo com Hoka e On Holding.
- Embora tenha havido lucros no trimestre, investidores seguem atentos à trajetória de receita; as ações caíram cerca de 16 por cento no ano, enquanto Nike caiu 14 por cento e Puma 50 por cento.
Os resultados financeiros da Adidas no terceiro trimestre de 2025 mostram um crescimento impulsionado pela demanda por tênis de corrida e futebol. A marca alemã reportou um aumento superior a 30% nas vendas de modelos de corrida, especialmente os Adizero Evo SL. Este desempenho é parte da estratégia de recuperação que começou com o rebranding do clássico Samba, visando reduzir a distância em relação à rival Nike.
As vendas em moeda neutra variaram entre as regiões: 10% na China, 12% na Europa e 8% na América do Norte. Apesar dos resultados positivos, a Adidas enfrenta desafios devido a um euro forte e um dólar fraco, que impactaram negativamente suas receitas em mais de 300 milhões de euros. O CEO Bjoern Gulden está focado em manter a recuperação da marca, que também se beneficia de parcerias, como a recente colaboração com o Liverpool FC.
Desempenho do Portfólio
Os produtos de estilo de vida da Adidas, incluindo os tênis retrô como Samba e Gazelle, também mostraram um crescimento de 10% nas vendas. O apelo desses modelos atualizados em cores e materiais contribui para a expansão do portfólio da empresa. A Adidas busca aumentar sua participação no mercado de tênis de corrida, onde perdeu espaço para marcas como Hoka e On Holding, que capitalizaram a crescente demanda por calçados confortáveis.
Embora a marca tenha apresentado lucros satisfatórios no terceiro trimestre, a trajetória de crescimento da receita ainda gera preocupações entre investidores. As ações da Adidas caíram cerca de 16% ao longo do ano, enquanto a Nike e a Puma também enfrentaram desafios, com quedas de 14% e 50%, respectivamente. A Adidas continua a trabalhar para fortalecer sua posição no competitivo mercado de artigos esportivos.
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