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ATP busca conciliar circuitos do Oriente Médio e da América do Sul

Associação de Tenistas Profissionais (ATP) e SURJ Sports Investment anunciam o Masters 1000 a partir de dois mil e vinte e oito, distribuído em quatro regiões, com fevereiro restrito à América do Sul e ao Oriente Médio e evento saudita opcional com cinquenta e seis jogadores

Andrea Gaudenzi (Foto: Andrew Eichenholz/ATP Tour)
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  • A ATP anunciou parceria com a SURJ Sports Investment para criar um Masters 1000 a partir de 2028, distribuído em quatro regiões: Europa, América do Norte, Oriente Médio e América do Sul; a ideia é recomprar licenças de torneios menores (categorias 250 e 500).
  • O presidente Andrea Gaudenzi propõe restringir fevereiro à América do Sul e ao Oriente Médio, reprogramando as demais viagens para datas diferentes.
  • O evento na Arábia Saudita será opcional, com formato de uma semana e 56 jogadores; o torneio de Monte Carlo também não deverá obrigatoriamente ocorrer.
  • A aposta de Gaudenzi é fortalecer a presença da ATP nessas regiões e redefinir a dinâmica do circuito, ainda que a estratégia seja um desafio.
  • A data exata e a cidade-sede do novo Masters 1000 ainda não foram divulgadas; novas informações devem surgir nos próximos meses durante o andamento da parceria.

A ATP anunciou uma nova parceria com a SURJ Sports Investment para a criação de um Masters 1000 a partir de 2028, que será distribuído em quatro regiões: Europa, América do Norte, Oriente Médio e América do Sul. O presidente da ATP, Andrea Gaudenzi, revelou que o objetivo é reprogramar o calendário, possibilitando a recomprar licenças de torneios menores, como os das categorias 250 e 500.

Para fevereiro, Gaudenzi propõe que o circuito seja restrito à América do Sul e ao Oriente Médio. Essa mudança visa otimizar o calendário, que atualmente é considerado congestionado. O evento na Arábia Saudita, que terá um formato de uma semana e contará com 56 jogadores, será opcional, assim como o torneio de Monte Carlo, que também não será obrigatório.

A proposta de Gaudenzi não apenas visa fortalecer a presença da ATP nessas regiões, mas também redefinir a dinâmica do circuito. Ele destacou que executar essa estratégia será um desafio, mas acredita que a concentração em apenas duas áreas pode trazer benefícios significativos para o torneio.

A ATP ainda não divulgou a data exata nem a cidade-sede do novo Masters 1000. A expectativa é que mais informações sejam reveladas nos próximos meses, conforme a parceria com a SURJ Sports Investment se desenvolve.

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