- Autódromo de Guaratiba, no Rio de Janeiro, com inauguração prevista para 2028, apresentado com simulação de carro de Fórmula 1 na Cidade das Artes.
- Traçado de 4,71 km, com 10 curvas no sentido anti-horário e velocidade máxima estimada de 241 km/h, acima dos 232 km/h de Interlagos.
- Projeto, desenvolvido por Populous e Driven, foca em integração com o entorno, sustentabilidade e uso multiuso: kartódromo, paddock e vila.
- Construção com financiamento privado, sem recursos públicos, com capacidade para 120 mil pessoas e potencial impacto econômico positivo na região.
- Localizado a cerca de 1h20 do Aeroporto Galeão, o projeto busca atrair mais competições – motovelocidade e Fórmula Indy – e alcançar Grau FIA 1 e FIM A (requisitos internacionais de qualidade).
O Autódromo de Guaratiba, no Rio de Janeiro, promete ser um dos circuitos mais rápidos da Fórmula 1 (F1), com inauguração prevista para 2028. O consórcio responsável pelo projeto apresentou uma simulação de um carro de F1 em um evento realizado na Cidade das Artes. O traçado terá 4,71 km de extensão e contará com 10 curvas no sentido anti-horário.
A velocidade máxima esperada para os carros é de 241 km/h, superando a marca de 232 km/h alcançada em Interlagos. O projeto, desenvolvido por empresas como Populous e Driven, visa também a integração com o entorno e a sustentabilidade, além de ser um espaço multiuso, com kartódromo, paddock e uma vila.
Impacto Econômico e Conectividade
O autódromo será construído sem recursos públicos, utilizando financiamento privado. A expectativa é que o espaço tenha capacidade para 120 mil pessoas e traga um impacto econômico positivo para a região. O local está situado a cerca de 1h20 do Aeroporto Internacional do Galeão, facilitando o acesso para eventos internacionais.
Além das corridas de F1, o projeto busca atrair outras competições, como motovelocidade e Fórmula Indy. A proposta é que o autódromo alcance o Grau FIA 1 e FIM A, garantindo padrões internacionais de qualidade. O desafio agora é trazer de volta grandes eventos automobilísticos ao Rio de Janeiro, contribuindo para o desenvolvimento econômico da cidade.
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