- Desde a apresentação do Autódromo de Guaratiba, cresce o debate sobre a Fórmula 1 deixar São Paulo para o Rio de Janeiro, com contratos com a FIA até 2029.
- Durante o Lance! Talks, o presidente da Câmara do Rio, Carlo Caiado, afirmou que, em caso de disputa, o Rio vence e sugeriu que São Paulo negocie dois GPs no Brasil para manter o calendário.
- Djalma Neves, presidente da Faerj, criticou a infraestrutura de São Paulo, destacando problemas de acesso e saturação em grandes eventos e indicando que o novo autódromo carioca atende à demanda.
- O GP do Brasil em São Paulo, realizado entre sete e nove de novembro, atraiu mais de 303 mil pessoas e gerou impacto econômico de R$ 2,3 bilhões; Caiado disse que valores equivalentes poderiam ir para saúde e educação se gerados no Rio. O projeto carioca é privado, com investimento de R$ 1,3 bilhão.
- O projeto visa alcançar Grau FIA 1 e FIM A, com 11 variações de traçado, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, ressaltou a importância de grandes eventos para a economia local.
Desde a apresentação do projeto do Autódromo de Guaratiba, o debate sobre a possível mudança da Fórmula 1 de São Paulo para o Rio de Janeiro se intensificou. Com contratos vigentes com a FIA até 2029, a disputa entre as duas cidades se acirra, especialmente após declarações de autoridades locais.
Durante o evento Lance! Talks, o presidente da Câmara do Rio, Carlo Caiado, afirmou que, em caso de disputa, o Rio sairia vencedor. Ele sugeriu que São Paulo deveria negociar a realização de dois GPs no Brasil para garantir sua permanência no calendário da F1. “Se tiver essa disputa, eu tenho certeza que o GP será no Rio de Janeiro”, declarou Caiado.
Além dele, Djalma Neves, presidente da Faerj, criticou a infraestrutura de São Paulo, ressaltando que a cidade enfrenta problemas de acesso e saturação em grandes eventos. “Não adianta achar que vai colocar mais gente, porque não vai. Não há mais espaço”, afirmou Neves, destacando que o novo autódromo carioca visa atender à demanda crescente da Fórmula 1.
Impacto Econômico
O GP do Brasil em São Paulo, realizado entre 7 e 9 de novembro, atraiu mais de 303 mil pessoas e gerou um impacto econômico total de R$ 2,3 bilhões. Caiado destacou que valores semelhantes poderiam ser utilizados em áreas como saúde e educação caso fossem gerados no Rio. O novo autódromo, com investimento de R$ 1,3 bilhões, não utilizará recursos públicos, sendo uma iniciativa privada.
O projeto busca alcançar o Grau FIA 1 e FIM A, os mais altos padrões do automobilismo, e prevê 11 variações de traçado para diferentes categorias. “Agora o desafio é trazer de volta a Fórmula 1”, concluiu o prefeito do Rio, Eduardo Paes, enfatizando a importância de grandes eventos para a economia local.
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