- Brasil entra em Milão-Cortina 2026 com expectativa de bater recordes de delegação e conquistar a primeira medalha na história.
- Pat Burgener inicia passagem pelo Brasil no snowboard; Nicole Silveira é candidata a medalha no skeleton.
- Esqui alpino: Lucas Pinheiro Braathen compete em slalom e slalom gigante, após ouro na Copa do Mundo da Finlândia.
- Skeleton e bobsled: Silveira é destaque no skeleton; o bobsled é disputado em duplas ou quartetos; o país já tem três vagas garantidas no esqui cross-country.
- Biatlo: modalidade que combina esqui cross-country com tiro, com distâncias diferentes para homens e mulheres e quatro tiros por prova.
Em contagem regressiva para Milão-Cortina 2026, o Brasil vive a sua melhor fase nos esportes de inverno, com expectativa de bater recordes de delegação e buscar a primeira medalha histórica. O cenário é ainda pouco conhecido no país tropical, mas ganha fôlego entre atletas e torcedores.
Pat Burgener inicia passagem pelo Brasil no snowboard, visando ampliar a presença brasileira na modalidade. Nicole Silveira aparece como uma das grandes esperanças de medalha no skeleton, disciplina de maior velocidade e desafio técnico.
Modalidades em foco
Esqui alpino e cross-country ganham destaque, com Lucas Pinheiro Braathen disputando slalom e slalom gigante after vencer na Copa do Mundo da Finlândia. O Brasil já assegura três vagas no cross-country, modalidade de resistência que usa bastões para percorrer longas distâncias.
No skeleton, Silveira busca o pódio em Milão-Cortina. Além disso, o país também tem interesse no bobsled, disputado em duplas ou quartetos, com treinamentos voltados a descer pistas de gelo com o menor tempo possível. O biatlo, que combina esqui cross-country e tiro, aparece como outra possibilidade de evolução competitiva.
Todas as informações apontam para uma atuação brasileira mais estruturada, com foco em resultados verificáveis e sem intervenções subjetivas, mantendo o tom informativo e neutro.
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