- A prova de São Paulo da Fórmula E acontece em 6 de dezembro, com 20 carros no Circuito de Rua de 2,93 km e 11 curvas.
- Os carros podem alcançar até 322 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 1,82 s.
- O consumo da prova pode chegar a cerca de 90 kWh, começando com baterias de 52 kWh. Potência máxima de até 600 kW.
- As baterias utilizam química de íon de lítio com níquel, manganês e cobalto (NMC), com módulos e sistema de refrigeração para desempenho.
- A corrida marca a abertura da 12ª temporada da Fórmula E, destacando avanços tecnológicos que também impactam veículos elétricos comuns.
A prova de Fórmula E em São Paulo, marcada para o dia 6 de dezembro, reunirá 20 carros no Circuito de Rua da capital paulista. O traçado tem 2,93 km e 11 curvas, com trechos longos que favorecem a velocidade, num formato de corrida que mistura técnica e estratégia de bateria. O objetivo é confirmar o ritmo da 12ª temporada da competição.
A competição envolve equipes e pilotos do campeonato, que disputam a prova em território brasileiro. O evento ocorre em um circuito urbano específico da cidade, buscando ampliar o alcance da Fórmula E e mostrar avanços tecnológicos do esporte elétrico.
Bateria, potência e consumo são temas centrais na organização. Os carros devem atingir até 322 km/h, acelerar de 0 a 100 km/h em 1,82 segundo e consumir até aproximadamente 90 kWh por prova. A configuração inicial prevê baterias de 52 kWh, com utilização de cerca de 60% da potência ao longo da corrida, permitindo picos de potência de até 600 kW.
Além disso, o formato atual exige que a energia seja gerida com alto nível de eficiência, combinando química de baterias, refrigeração e rigidez estrutural. O objetivo é manter desempenho alto durante toda a prova, com recarga e acoplamento entre células para sustentar velocidade sem comprometer o tempo de volta.
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